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FÁTIMA
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col.
ACTUALIDADE BÍBLICA |
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Actualidade Bíblica nº 1
72
páginas
Ano
2001
19
x 20
Cód.
1815
Preço:
4,00 €
Título original:
«Israel, uma Tierra en Conflicto»
Tradução:
D. Joaquim Ferreira Lopes
Revisão e Grafismo:
Lopes Morgado
Edição:
Difusora Bíblica
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ISRAEL,
UMA TERRA EM CONFLITO
Vários
(Associação Bíblica Espanhola)
O
conflito quase permanente é a nota essencial que caracteriza
a história da terra que hoje compreende Israel, a Palestina e
as suas zonas fronteiriças.
Para
conhecer, por um lado, os marcos da história deste conflito
no período bíblico desde as tradições patriarcais nómadas
até à conquista da terra e à fixação das tribos, desde a
aparição da Monarquia no estado de Israel até ao seu
desaparecimento na época do Exílio da Babilónia, a tensão
interna política e social posterior, especialmente entre o
Norte e o Sul e uma luta externa com os povos e os impérios
adjacentes, sobretudo com o Egipto e a Mesopotâmia... tudo
isso é objecto deste Caderno.
A
Palestina é, certamente, um dos espaços geofísicos a que se
pode aplicar correctamente o velho lugar-comum, que diz:
"Nenhum pedaço tão pequeno de terra produziu tanta
história e cultura". No centro desta mesma realidade
está o facto de a reivindicação da terra, como dada por
Deus ao povo, ter constituído uma das suas mais
características bases de identidade.
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Actualidade Bíblica nº 2
72
páginas
Ano
2001
19
x 20
Cód.
1816
Preço:
4,00 €
Título original:
«Los Manuscritos de Qumrân»
Tradução:
Manuel Pires Ferreira
Revisão e Grafismo:
Lopes Morgado
Edição:
Difusora Bíblica
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OS
MANUSCRITOS DE QUMRÂN
Vários
(Associação Bíblica Espanhola)
Em
1947 foram encontrados, na margem ocidental do Mar Morto, na
actual Cisjordânia, os famosos manuscritos denominados de
Qumrân. Trata-se, sem dúvida, da maior descoberta
arqueológica do século XX.
Emanuel
Tov, professor da Universidade Hebraica de Jerusalém,
juntamente com uma equipa de 10 especialistas, que tinham
trabalhado nos quarenta anos anteriores, a que se juntou mais
28 estudiosos de vários países, assumiu o projecto da
publicação do 39º e último volume sobre esses manuscritos
(volume a publicar pela Oxford Unicersity Press). Concluiu-se,
deste modo, o estudo sobre os 800 manuscritos que foi
possível interpretar.
De
facto, na biblioteca achada pelos beduínos nas grutas de
Qumrân, havia 30% de manuscritos bíblicos, 30% de
manuscritos diversos e 15% de fragmentos minúsculos - todos
eles situados pelo carbono 14 e a paleografia entre os anos
300 antes de Cristo e 100 depois de Cristo.
Este
Caderno apresenta a informação necessária para se entender
o tema: possíveis ligações dos essénios de Qumrân
com João Baptista e com Jesus de Nazaré e às suas eventuais
influências na origem do Cristianismo, sem esquecer as
revelações positivas acerca do judaísmo...
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Actualidade Bíblica nº 3
72
páginas
Ano
2002
19
x 20
Cód.
1817
Preço:
4,00 €
Título original:
«Itinerarios Bíblicos»
Tradução:
Vítor Arantes da Silva
Revisão e Grafismo:
Lopes Morgado
Edição:
Difusora Bíblica
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ITINERÁRIOS
BÍBLICOS
Vários
(Associação Bíblica Espanhola)
Esta
obra deseja ser uma breve paragem no caminho para considerar
aquilo que a História da Bíblia, partindo de ângulos
diferentes, tendo presente os novos conhecimentos sobre o
mundo bíblico: a arqueologia, a linguagem, as escolas
literárias, as grandes cidades e o deserto, a filologia ao
serviço da reflexão teológica.
E
fazer excursões/incursões ao longo dos temas mais
interessantes da Bíblia, familiarizando-se com personagens,
épocas e locais comuns às três grandes religiões
monoteístas do mundo: o judaísmo, o islamismo e o
cristianismo; iniciar-se nos livros e autores quer da Bíblia,
da «Misná» e do Talmude, quer dos «Pais» do judaísmo e
do cristianismo. - de Abraão a Jesus e São Paulo, de Simeão,
o Justo e R. Akiba a São Justino; fazer uma primeira visita
à vida e cultura que serviram de berço e roupagem ao
nascimento dos livros da Bíblia; orientar um Curso ou um
Retiro Bíblico e animar um Grupo ou uma Escola Bíblica pelo
menos durante um período.
Os
seis «itinerários» aqui apresentados são, de certo modo,
«alternativos» a muitos outros de carácter mais académico
ou sistemático. E de vário tipo. Na verdade, a BÍBLIA é o
mundo da palavra escrita, que recolhe as marcas de Deus que se
revelou aos homens. Mas esta palavra corresponde a diversos
momentos da vida e da história do povo de Israel na sua
relação com outros povos, consigo próprio e com Deus.
Conheça
tudo isto ao longo desta obra, um guia e roteiro, meio de
transporte e destino para os muitos peregrinos da Palavra ou
do infinito.
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Actualidade Bíblica nº 4
72
páginas
Ano
2002
19
x 20
Cód.
1818
Preço:
4,00 €
Título original:
«El Jesús Histórico»
Tradução:
Manuel Rito Dias
Revisão e Grafismo:
Lopes Morgado
Edição:
Difusora Bíblica
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O JESUS HISTÓRICO
Vários
(Associação Bíblica Espanhola)
O interesse pela história real de Jesus de Nazaré impulsionou,
nos últimos séculos, quase todos os especialistas, crentes e
não crentes, adentrar-se, com diferentes perspectivas e
instrumentos, nos difíceis campos da história de Jesus que, de
maneira tão singular, marcou a nossa época.
Muitos e contraditórios têm sido os argumentos que se têm
apresentado e defendido na história da investigação. Este
número 4 de «Actualidade Bíblica» está projectado numa tripla
dimensão: histórica, histórico-teológica, e propriamente
teológica. Apesar da grande tempestade produzida no passado
recente, actualmente, salvo alguns casos de radicalismo, nada
científico, o panorama geral é mais calmo. Uma prova clara da
novidade deste consenso no estudo da figura de Jesus é o
resultado dos artigos desta monografia, e a consulta que se
pode fazer aos principais e mais acessíveis manuais sobre a
questão que se publicaram.
Os
especialistas não têm dúvidas em aceitar como historicamente
certo que Jesus nasceu durante o reinado de Herodes, o Grande
(37-4 a.C.) na era do imperador Augusto (37 a.C. - 14 d.C.);
mas não estão certos em determinar com precisão o ano exacto
do nascimento. Mateus e Lucas coincidem em dizer que Jesus
nasceu durante a vida de Herodes, o Grande, e, a fiar-nos em
pormenores do historiador judeu Flávio Josefo (Antiguidades
Judaicas e A guerra judaica), podíamos afirmar que
Jesus nasceu antes da primavera do ano 4 a.C. No caso da
cronologia de Lucas, é evidente que harmoniza erroneamente
duas indicações cronológicas inconciliáveis: o nascimento de
Jesus durante o reinado de Herodes - portanto, antes do ano 4
a.C. - e o censo romano público de Quirino, que não se fez até
ao ano 6-7 d.C.
Mas o melhor é o leitor aprofundar ainda mais, através da
ajuda deste número de «Actualidade Bíblica».
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Actualidade Bíblica nº 5
72
páginas
Ano
2003
19
x 20
Cód.
1819
Preço:
4,00 €
Título original:
«La Relación entre Judíos
y Cristianos»
Tradução:
José Machado Lopes
Grafismo:
Lopes Morgado
Edição:
Difusora Bíblica
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A RELAÇÃO ENTRE JUDEUS E CRISTÃOS
Vários
(Associação Bíblica Espanhola)
A Igreja face aos judeus no passado; Os judeus no Vaticano II;
Diálogo das religiões e relação judaico-cristã; Cristianismo e
Judaísmo; Judeus e cristãos lendo a Bíblia; Judaísmo e
Cristianismo: Encontros contemporâneos. Breve história da
literatura polémica judaico-cristã; Alguns passos importantes
das relações judaico-cristãs em Portugal; Igreja e Sinagoga:
as chaves da aproximação; Filmes e bibliografia; Ainda Pio XII
e o Holocausto dos judeus.
Alguns temas nunca perdem actualidade: porque são
fundamentais, ou porque o desejo demora a transformar-se em
vida. O tema deste Caderno é um deles, por ambas as razões. A
13 de Fevereiro passado, João Paulo II recebeu o novo
Rabino-Chefe de Roma, Riccardo Di Segni, acompanhado do seu
Séquito, dizendo na ocasião: «A visita de hoje permite-me
realçar o profundo desejo que a Igreja católica sente de
aprofundar os vínculos de amizade e de colaboração recíproca
com a Comunidade judaica. Aqui em Roma, a Sinagoga, símbolo da
fé dos Filhos de Abraão, está muito perto da Basílica de São
Pedro, centro da Igreja, e estou grato a Deus por me ter
permitido, a 13 de Abril de 1986, percorrer o breve trajecto
que separa estes dois templos. Aquela histórica e inesquecível
visita constitui um dom do Omnipotente, e representa uma etapa
importante no caminho de entendimento entre os Judeus e os
Católicos.» Recordando o passado, sintetizou assim a história
destas relações: «É preciso reconhecer que no passado as
nossas duas Comunidades viveram lado a lado, escrevendo por
vezes “uma história atormentada”, verificando-se em alguns
casos hostilidades e desconfianças.
O documento «Nostra aetate»
do Concílio Vaticano II, a aplicação gradual das orientações
conciliares, os gestos de amizade realizados por uns e por
outros, contribuíram contudo, nos últimos anos, para orientar
as nossas relações para uma compreensão recíproca cada vez
maior. Faço votos para que este esforço continue, marcado por
iniciativas de colaboração proveitosa em âmbito social,
cultural e teológico, e aumente a consciência daqueles laços
espirituais que nos unem.» São estes, também, os nossos votos.
(LM)
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Actualidade Bíblica nº 6
72
páginas
Ano
2003
19
x 20
Cód.
1820
Preço:
4,00 €
Título original:
«Iglesias apostólicas:
Orígenes y diversidad»
Tradução:
Jorge J. F. Alves
Revisão:
Doutor Herculano Alves
Grafismo:
Lopes Morgado
Edição:
Difusora Bíblica
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IGREJAS APOSTÓLICAS. ORIGEM E DIVERSIDADE
Vários
(Associação Bíblica Espanhola)
Coordenador: Dr. Jorge Juan Fernández Sangrador
Estudos
Jerusalém; Antioquia da Síria; Corinto;
Éfeso; Roma; Alexandria
A propósito da Sagrada Família de Antoni Gaudí [O
autor, a obra e sua época; A Sagrada Família; Significado
bíblico: uma interpretação. Fachada do Nascimento; A
fachada da Paixão ou fachada da Morte; Fachada principal ou da
Glória ou da Vida; Interior do templo. Sugestões
didácticas: visita ao monumento; Visita virtual; Conhecer
as fachadas do Nascimento e da Paixão; Conhecer o projecto da
fachada da Glória; Identificar os textos do Antigo e do Novo
Testamento; Biografia religiosa e itinerário crente de Gaudí,
um homem de Deus; O apostolado: a igreja apostólica; S. José;
Maria; Jesus]
Igreja tanto pode referir-se a um templo ou edifício de
carácter religioso destinado ao culto cristão, como à
comunidade que nele se reúne. E também se aplica à Igreja
universal, à Igreja diocesana, à Igreja local e à “igreja
doméstica” (a família cristã). Este Caderno junta as duas
primeiras aplicações: fala das Igrejas ou Comunidades cristãs
com origem no tempo dos apóstolos, e de uma catedral – a
Igreja da Sagrada Família, de Barcelona, em construção
inacabada desde 1882. Porque «este templo em construção é
parábola da Igreja, que também está em permanente construção,
a caminho». Ou, como disse João Paulo II em 1982, porque «este
templo da Sagrada Família recorda e sintetiza outra construção
feita com pedras vivas: a da família cristã, onde a fé e o
amor nascem e se cultivam sem cessar». Além de ser «uma das
relações mais fecundas entre a Sagrada Escritura e as Belas
Artes». Vem a propósito lembrar as vozes que, de vários
quadrantes, pedem mais beleza nas nossas igrejas, nas imagens
que nelas expomos e no culto que realizamos. Por exemplo: «se
as igrejas estão hoje vazias não é tanto pela inadequação da
mensagem em relação ao espírito do tempo, mas pela inadequação
das celebrações em relação às exigências da fé. A estética
desertou da Igreja – os artistas, que durante 19 séculos
souberam tornar sensível o invisível, deixaram a instituição.
[...] Deus está cercado de poluição visual e sonora. Não se
consegue ver e já mal se consegue ouvir» (João Miguel Tavares,
DN, 14.X2003, 11).
Perguntava-me, há tempos, a pintora Emília Nadal: “Haverá pastoral sem estética?” Mantenho a resposta:
“Uma pastoral que seja digna de Deus e O queira anunciar –
não.” E tem a ver com ortodoxia: o nosso Deus não é apenas Bom
e Verdadeiro – também é Belo. As Igrejas-Comunidades de hoje
não podem descuidar a estética nas igrejas-locais onde se
reúnem, nem no modo como celebram.
Lopes Morgado
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Actualidade Bíblica nº 7
72
páginas
Ano
2004
19
x 20
Cód.
1821
Preço:
4,00 €
Título original:
«Historia del Texto Bíblico»
Tradução:
Vítor Arantes da Silva
Grafismo:
Lopes Morgado
Edição:
Difusora Bíblica
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HISTÓRIA DO TEXTO BÍBLICO
Vários
(Associação Bíblica Espanhola)
Coordenadora: Dr.ª Mª Victória Spottorno
Estudos
O texto hebraico do Antigo Testamento
(Emília
Fernandez Tejero)
A primeira tradução da Bíblia
(Natálio
Fernández Marcos)
O texto do Novo Testamento
(Mª
Victória Spottorno)
Do Oriente ao Ocidente: as versões latinas da Bíblia
(J.
M. Cañas Reíllo)
As versões antigas da Bíblia
(Mª
Victória Spottorno)
Versões portuguesas da Bíblia
(Herculano
Alves)
Conhecer a história do texto
(J.
Carlos Garcia Domene)
«Quem conta um conto, aumenta um ponto» - diz o provérbio
popular. Não é por acaso que há várias versões de um mesmo
conto. Existe, mesmo, um processo em dinâmica de grupos para
testar isso: estando várias pessoas seguidas, o animador dá
uma notícia à pessoa mais próxima de si e pede-lhe que a
transmita à seguinte; esta fá-lo à que está a seu lado, e
assim sucessivamente. O animador aproxima-se, depois, da
última pessoa da séria, para ouvir dela a notícia que deu à
primeira: e pode verificar como o seu conteúdo foi
razoavelmente modificado, com a introdução de novos elementos
que não faziam parte da versão inicial, ou o esquecimento de
outros importantes. Fazendo essa transmissão por escrito, mais
facilmente verificamos onde, quando e por quem foram
introduzidas tais alterações.
O
mesmo aconteceu com a transmissão, por escrito, dos textos
originais da Bíblia. Aliás, os professores e pais têm essa
experiência quando os seus alunos ou filhos fazem uma cópia,
ou seja, pretendem transcrever qualquer texto de um livro para
o caderno escolar: embora tenham na frente um original
correcto, é comum haver omissões ou erros na cópia. Tudo isto
nos ajuda a entender o que aconteceu com a Bíblia, na fase em
que o texto começou a ser copiado ou impresso. De tal modo
que, das Bíblias editadas antes de 1517, se disse que
«continham quase tantos erros como palavras» (cf. p. 12 de
«Actualidade Bíblica» nº 7). Aqui vai encontrar as várias
épocas de transmissão escrita dos textos originais, as versões
mais importantes de sempre e as feitas em português através
dos séculos. Resta-me acrescentar, parafraseando o Evangelho:
erratas sempre as teremos connosco, porque «errar é humano»;
mas, pelo menos, não nos falte o pudor, o cuidado e o respeito
pela Palavra de Deus, para não voltarmos à «corrompida
variedade» do texto bíblico, de que se queixava Santo
Agostinho [354-430] (cf. p. 37 de «Actualidade Bíblica» nº 7).
A Bíblia está na moda - mas não vale tudo!
Lopes Morgado
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Actualidade Bíblica nº 8
72
páginas
Ano
2004
19
x 20
Cód.
1822
Preço:
4,00 €
Título original:
«Los Discípulos de Jesús»
Tradução:
Vítor Arantes da Silva
Grafismo:
Lopes Morgado
Edição:
Difusora Bíblica
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OS DISCÍPULOS DE JESUS
Vários
(Associação Bíblica Espanhola)
Coordenador: Dr. Santiago Guijarro Oporto
Estudos
Jesus e os seus Discípulos
(Santiago
Guijarro Oporto)
Simão Pedro, o primeiro dos Apóstolos
(Rafael
Aguirre Monasterio)
A figura bíblica de Maria Madalena
(Carmen
B. Ubieta)
O Discípulo amado ou o mestre sem rosto
(José
A. González García)
Outros discípulos de Jesus
(Dolores
A. Parra)
Judas Iscariotes
(Jaime
Vázquez Allegue)
O Dia do Sábado
(Javier
Velasco Arias)
Bíblia e Belas Artes: João, Pedro e Judas na obra de
Francisco Salzillo
(Juan
J. García Domene)
O tema de Os Discípulos de Jesus
costuma despertar bastante interesse por razões óbvias, pois
trata-se de pessoas que conviveram muito de perto com Jesus,
durante o tempo da sua vida pública na Palestina. Além
disso, foram esses discípulos que fundaram as primeiras
comunidades cristãs e transmitiram às gerações seguintes as
recordações acerca de Jesus. Os primeiros cristãos
consideraram-nos como um modelo a seguir e, por isso,
transmitiram-nos tudo o que sabiam acerca deles. Também para
nós, cristãos do séc. XXI, aqueles primeiros discípulos são
uma referência obrigatória, pois ser cristão consiste,
basicamente, em seguir Jesus, ser seu discípulo.
Nos estudos que vêm a seguir, procurámos conciliar dois
pontos de vista, que não se excluem, mas são complementares:
o daqueles que investigam os dados historicamente fiáveis
acerca dos primeiros discípulos, e o daqueles que procuram
as atitudes que configuram o seguimento de Jesus em todos os
tempos. Os antigos textos cristãos, canónicos e não
canónicos, costumam misturar estes dois pontos de vista.
Neles, as memórias acerca dos discípulos fundem-se com a
imagem ideal que tinham feito acerca deles, enquanto
fundadores de comunidades e garantes da tradição. A memória
idealiza-se tanto para apresentar modelos de seguimento como
para defender as tradições recebidas.
Os autores dos artigos tiveram em conta este duplo olhar
sobre os Apóstolos. Alguns deles oferecem-nos, até,
apontamentos sobre a imagem que deles tiveram os diferentes
grupos cristãos, e sobre como essas imagens se foram
transformando com o tempo ao serviço de novas necessidades e
interesses. Porém, a visão predominante nestes, procura
respeitar a história; e por isso, em todos eles, dum ou
doutro modo, se avalia a fiabilidade das fontes.
Quisemos apresentar uma galeria de personagens
representativas, que tivessem conhecido pessoalmente Jesus.
Queríamos que fossem representativas pela sua diversidade:
homens e mulheres, fiéis e traidores, principais e
secundários… E que tivéssemos dados suficientes acerca
deles.
O primeiro estudo trata
dos discípulos em geral ou, melhor dito, sobre a experiência
do discipulado, que se articula em três momentos: a vocação,
o seguimento e a missão. É este o contexto vital comum à
maioria das personagens de que se vai falar mais tarde. A
intenção deste artigo, que eu próprio assino, é chegar a
conhecer melhor a primeira experiência do discipulado no
contexto do ministério de Jesus.
Os quatro artigos centrais
estão dedicados a quatro personagens concretos: Pedro, Maria
Madalena, o Discípulo Amado e Judas Iscariotes. Para o
final, apresentamos, na habitual intuição e sensibilidade de
Dolores A. Parra, outros discípulos. “Outros” discípulos de
Jesus, homens e mulheres que não faziam parte do grupo dos
Doze, mas que surgem nos evangelhos encarnando as atitudes
que definem os verdadeiros discípulos de Jesus.
Santiago Guijarro Oporto
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Actualidade Bíblica nº 9
72
páginas
Ano
2005
19
x 20
Cód.
1823
Preço:
4,00 €
Título original:
«La Palabra Inspirada»
Tradução:
Fr. Fernando Gustavo Ventura
Grafismo:
J. Machado Lopes
Edição:
Difusora Bíblica
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A PALAVRA INSPIRADA
Vários
(Associação Bíblica Espanhola)
Coordenador: Dr. Pedro Ignacio Fraile Yécora
Estudos
A inspiração bíblica: problemas e perspectivas
(Pedro Fraile Yécora)
Evolução do conceito de «inspiração» entre o Vat. I e o
Vat. II
(Julián
Ruiz Martorell)
É possível a «inspiração» nas outras religiões?
(Jesús
Martínez Madrona)
Revelação e Inspiração
(Laurentino Novoa Pascual)
Porquê «Livros Sagrados e Profanos»?
(Gonzalo
Aranda Pérez)
Divina inspiração (com amor e com humor)
(Francisco Meléndez)
Para uma interpretação bíblica contextualizada
(Toríbio
Tapia Bahena)
Resistências actuais à Inspiração
(José
Ignacio Blanco)
Oito teses sobre a «Inspiração Bíblica»
(Juan
Carlos Garcia Domene)
É possível que alguns leitores estranhem o facto de
dedicarmos um número monográfico sobre o tema
A PALAVRA INSPIRADA.
Ainda se fala de inspiração? Dirão alguns: “Não se trata já
de uma questão superada ou marginal”? Não é um ponto de
partida falso, que pode conduzir ao fundamentalismo cristão
ou à exclusão de outros textos religiosos? Não faltará ainda
quem afirme que a inspiração é mais um assunto da teologia
fundamental do que uma tarefa bíblica. A primeira, de facto,
tem a ver com a automanifestação de Deus, com a revelação; a
segunda, mais positiva, deve ocupar-se da exegese, da
interpretação da Escritura. A inspiração é uma questão
difícil, com arestas subtis e com consequências directas
sobre a forma como a Igreja e o crente acolhem a Sagrada
Escritura. Trata-se de uma tarefa difícil, uma vez que o
homem moderno não pode aceitar, sem algumas reservas, que um
texto seja “inspirado” por Deus.
Na aldeia global em que nos movemos, não podemos ignorar que
há diferentes tradições religiosas que reclamam o carácter
inspirado dos seus escritos; isto porque, ainda que se
aceite o dogma da inspiração, faltam-nos categorias,
metáforas, símbolos, imagens, que sejam, ao mesmo tempo
eloquentes e que não atraiçoem o núcleo da nossa afirmação.
Ainda que se trate de uma questão difícil, é, ao mesmo
tempo, irrenunciável para o crente que quer conformar a sua
vida com os textos da Escritura.
Por que motivo, então, proclamar solenemente na assembleia
litúrgica “Palavra do Senhor”, depois de ler um texto
bíblico ou por que motivo devemos aclamar “graças a Deus”
ao acabar a leitura? Por que motivo deveríamos orar com a
Bíblia entre as mãos se se tratasse unicamente de um texto
de interesse cultural? Por que motivo deveríamos deixar que
umas palavras, por mais bonitas que sejam, orientem toda uma
vida se não fossem mais do que isso, palavras bonitas? Por
que motivo deveríamos reivindicar a autoridade e a verdade
da Escritura por parte de uma comunidade, que a reconhece e
que a escuta com veneração? (…) O nosso desejo é que este
número seja um serviço à reflexão sobre este tema
importante, às vezes esquecido, deslocado e questionado,
tentando clarificar conceitos e aportar alguma luz, ainda
que pequena, que nos ajude a ler, saborear e apreciar a
BÍBLIA como PALAVRA DE DEUS para o homem de hoje.
Pedro
I. Fraile Yécora
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Actualidade Bíblica nº 10
72
páginas
Ano
2007
19
x 20
Cód.
1824
Preço:
4,00 €
Título original:
«Apocalíptica y Milenarismo»
Tradução:
Drª
Dália Pereira de Sousa
Revisão:
Doutor Herculano Alves
Edição:
Difusora Bíblica
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APOCALÍPTICA E MILENARISMO
Vários
(Associação Bíblica Espanhola)
Coordenador: Francisco Contreras Molina
Estudos
O Milenarismo no Apocalipse de João e nos apocalipses
judaicos do fim do século I
(Domingo
Muñoz León)
O Apocalipse cristão
(Francisco
Contreras Molina)
Apocalíptica e Escatologia
(António
Rodríguez Carmona)
Apocalíptica no Antigo Testamento
(Miguel
Peinado Muñoz)
Apocalíptica judaica fora da Bíblia
(Gonzalo
Aranda Perez)
Movimentos milenaristas de fim de milénio
(J.
Luis Sánchez Nogales)
Músicas de Fim de Milénio
(Juan
Carlos Garcia Domene)
Muitos de nós já alguma vez dialogámos com membros de seitas
religiosas e, provavelmente, fizemo-lo com um desejo de
abertura e de encontro sincero, movidos pelo espírito
universal de uma religiosidade evangélica e eclesial. É
provável que esse encontro nos tenha feito pensar em
questões não consideradas até agora na nossa reflexão
cristã, ou que tenha suscitado em nós um certo interesse em
conhecer melhor alguns aspectos da tradição bíblica; alguns
deles podem mesmo ser ignorados ou desconhecidos entre nós,
mas que outros movimentos ou seitas – todos baseados na
Bíblia – reivindicam como essenciais nas suas doutrinas: o
fim do mundo e da história humana, a salvação, o destino do
homem, a concepção do Reino de Deus e a segunda vinda de
Cristo glorioso. Entre todos esses temas destaca-se a
concepção de um Reino de Cristo na Terra, que durará mil
anos, antes do juízo final, segundo a leitura e a
interpretação que se faz de um texto chave do livro do
Apocalipse (20,1-8).
Com este número monográfico sobre Apocalíptica e
Milenarismo, «Actualidade Bíblica» pretende ser uma ajuda e
recuperação da apocalíptica no sentido cristão, como palavra
e esperança num mundo de sofrimento. Pretendemos clarificar
a relação entre apocalíptica e milenarismo, para ter a
correcta interpretação de alguns temas bíblicos polémicos,
na relação com algumas seitas dos nossos dias. E,
finalmente, queremos recuperar a força da tradição
apocalíptica bíblica como uma palavra crítica e profética na
história, que estimula a luta radical contra o mal e que
abre novos horizontes, como uma mensagem que não proclama a
fuga deste mundo, ainda que este seja muito mau, mas que
induza a crer firmemente num Deus justo, para que o homem,
comprometido activamente no presente, espere com firmeza a
chegada definitiva do Messias e anuncie um tempo novo, com
um sol de justiça que traga consigo a salvação.
José Cervantes
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Actualidade
Bíblica nº 11
72
páginas
Ano
2007
19
x 20
Cód.
1825
Preço:
4,00 €
Título original:
«Grupos religiosos y
políticos en la Jerusalén
del siglo I»
Tradução:
Dr.
Frei Fernando
Gustavo Ventura
Revisão:
Frei José Machado Lopes
Edição:
Difusora Bíblica
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GRUPOS RELIGIOSOS E POLÍTICOS
NA JERUSALÉM DO SÉCULO I
Vários
(Associação Bíblica Espanhola)
Coordenador: Dr. Jaime Vázquez Allegue
Estudos
Fariseus e Escribas
(Jorge Fernandez Sangrador)
Os Judeo-Cristãos de Jerusalém
(Carlos Gil Abiol)
Apocalípticos, essénios e homens de Qumran
(Jaime Vázquez Allegue)
Zelotas, Sicários e Profetas ambulantes
(Miguel Perez Fernandez)
Sem contar as Mulheres.
As Mulheres no judaísmo do séc. I
(Inmaculada
Rodriguez Torne)
Sacerdotes, Levitas e Saduceus
(Pedro
Fraile Yecora)
O mistério que encerra o nome
(Juan
Carlos Garcia Domene)
Este número de Actualidade Bíblica aproxima-nos dos
grupos religiosos mais importantes do séc. I. Os escribas e
os fariseus, os apocalípticos e essénios, os zelotas,
profetas ambulantes e sicários, os sacerdotes, os levitas,
os saduceus, as mulheres e os primeiros cristãos constituíam
alguns dos grupos que deambulavam pelas ruas de Jerusalém.
De muitos deles falam-nos os relatos dos Evangelhos, porque
eram fiel testemunho da sociedade em que viveu Jesus e das
origens do cristianismo. Cada um destes grupos foi preparado
por bons conhecedores do contexto social, político e
religioso que se vivia na Jerusalém do século I d.C.,
biblistas especializados no Judaísmo da época do Segundo
Templo, na literatura intertestamentária, na sociedade de
Jerusalém do tempo de Jesus e das origens do Cristianismo.
Graças a eles, podemos hoje ter uma visão mais exacta e
compreender melhor as palavras de Jesus, quando Ele se
dirige a alguns destes grupos.
Todos estes grupos reflectiam as diferenças sociais entre a
população. Helenistas, judeus e romanos não foram capazes de
conviver em paz durante muito tempo. Jesus de Nazaré e os
primeiros cristãos foram testemunhas da problemática que se
vivia em Jerusalém naquele momento. O resultado das
desavenças e confrontos conduziu à destruição da cidade e à
diáspora dos judeus e das primeiras comunidades cristãs.
A actual Jerusalém - como a do primeiro século -, continua
submetida às diferenças e discrepâncias entre povos,
culturas e tradições. Que o anúncio pascal do Evangelho
seja, também, notícia de paz para aquele que leva esse
título inscrito no seu nome: Jerusalém, a cidade da paz.
Dr.
Jaime Vázquez Allegue
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Actualidade
Bíblica nº 12
72
páginas
Ano
2007
19
x 20
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