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Desdobrável

29 x 21

Cód. 3113

Preço: 11,23 €

 

2000 ANOS DE CRISTIANISMO

Historiograma do Caminho da Igreja

Hernán J. Pereda, cpcr

 

Há vários anos que a Difusora Bíblica vem difundindo o desdobrável "O Povo de Deus na História", suplemento do «Atlas Bíblico». Mas, este desdobrável histórico exigia um outro. Ele expõe-nos a História do Povo de Deus no "tempo bíblico", ou seja, dos primórdios até Jesus Cristo e a Igreja, Seu corpo místico. Tornava-se agora imperioso continuar, porque esse Povo continua presente e actuante na História, como Igreja do Senhor Jesus Cristo, o Povo da Nova Aliança. 

Surge, assim, este precioso HISTORIOGRAMA, fruto dum trabalho meticuloso de Hernán Pereda, que nos apresenta em pormenor a vida e história da Igreja desde Jesus Cristo até aos nossos dias. 

Como ele próprio diz: «Eis aquilo em que apostamos: convidar todos os leitores a contemplar o conjunto desta História que ao princípio tinha a forma de um rolo único, e fazer dela uma ocasião para dar graças a Deus por poder viver este momento único na existência da Sua Igreja. Dito de outra maneira, apresentamos este trabalho como símbolo da acção de Deus na história humana».

 

 

   

PARA LER 

O NOVO TESTAMENTO

Etienne Charpentier

Co-edição

Editorial Perpétuo Socorro

Difusora Bíblica

 

21 x 21

128 páginas

Cód. 5004

Preço: 7,00 €

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Para ler o

NOVO TESTAMENTO

Etienne Charpentier

Esta obra é um «guia turístico» pelo mundo do Novo Testamento, com estas características: a evocação precisa da situação histórica em que viveram Jesus e os primeiros cristãos, a apresentação sugestiva dos diferentes livros, a valorização dos textos importantes sobre os quais alguns questionários convidam a trabalhar, individualmente ou em grupo.

Este «guia» é um instrumento valioso para os catequistas, mas também será muito útil a outros agentes de pastoral, animadores de grupos bíblicos e, mais em geral, será apreciado por todos aqueles, crentes ou não, a quem interessa uma descoberta séria do Novo Testamento.


 

Textos não-cristãos sobre Jesus

Conhecemos Jesus pelos Evangelhos. Há poucos textos profanos que nos falem d’Ele; não é surpreendente; não havia então repórteres nem jornalistas, e a morte dum judeu num recanto obscuro do Império Romano não passava, infelizmente, de uma notícia vulgar. Os escritores profanos só começam a interessar-se pela pessoa de Cristo quando o movimento por Ele lançado revela a sua força e ameaça o próprio Império (cf. Para Ler o Antigo Testamento, p. 32: «O que é um acontecimento histórico?»). Eis os principais textos.

 

Por volta do ano 110, Plínio, o Jovem, pro­cônsul na Ásia Menor, escreve ao seu amigo, o imperador Trajano, para lhe expor o seu comportamento com os cristãos que de tal modo se multiplicam, que os templos pagãos estão abandonados; ele não os procura; quando são denunciados, pune-os com a morte se persistem na sua fé.

Alguns asseguravam que tinham deixado de ser cristãos... Afirmavam que toda a sua culpa ou todo o seu erro se tinha limitado a reunirem-se habitualmente num dia fixo, antes do nascer do sol, para cantarem entre eles, alternadamente, um hino a Cristo como a um deus e para se comprometerem sob juramento, não a cometer este ou aquele crime, mas a não cometer nem roubo, nem pilhagem, nem adultério, a não faltar à palavra, a não negarem um contributo quando lhes fosse reclamado. Depois disto, separavam-se, para mais tarde se tornarem a reunir numa refeição, mas uma refeição vulgar e simples...

Acho que tudo isto não passa duma superstição absurda...

Por volta do ano 115, o historiador romano Tâcito descreve as perseguições de Nero contra os cristãos, após o incêndio de Roma em 64.

Este nome vem-lhes de Cristo que o procurador Pôncio Pilatos, no reinado de Tibério, tinha mandado supliciar. Imediatamente reprimida, esta superstição detestável, reaparecia não só na Judeia, onde o mal tinha nascido, mas até em Roma, aonde tudo o que no mundo existe de mais repelente e vergonhoso aflui e encontra uma numerosa clientela...

Por volta do ano 120, outro historiador romano, Suetónio, escreve na sua Vida de Cláudio que este

expulsou de Roma os Judeus que constantemente se sublevavam sob o estímulo de Chrestus.

Cristãos e judeus são, portanto, confundidos e Cristo é tomado por agitador presente entre eles (podemos confrontar este texto com Act 18,2). 

Na sua Vida de Nero, faz uma breve alusão:

Mandaram para o suplício os cristãos, gente entregue a uma superstição nova e maléfica.

 Flávio Josefo é um historiador judeu que, ao princípio, lutou contra os Romanos e depois passou para o seu lado. Morreu em Roma por volta do ano 98, depois de ter escrito algumas obras para dar a conhecer o judaísmo aos Romanos.

Uma passagem de Antiguidades Judaicas fala de Jesus. Este texto chegou até nós em diferentes formas, e não há dúvida de que mãos cristãs manipularam o texto original. A versão que aqui apresentamos tem alguma probabilidade de ser mais antiga do que as outras; encontrámo-la na História Universal escrita em árabe, no séc. X, por Agápios, bispo de Hierápolis:

Naquela época, existiu um homem sábio, chamado Jesus; o seu comportamento era bom; as suas virtudes foram reconhecidas. E muitos judeus e gentes de outras nações fizeram-se seus discípulos. Pilatos condenou-o à morte na cruz. Mas aqueles que se tinham feito seus discípulos pregaram a sua doutrina. Contaram que lhes tinha aparecido dias após a sua crucifixão e que estava vivo. Talvez fosse ele o messias de quem os profetas tinham dito maravilhas.

 

Para ler o Novo Testamento», p. 118)

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558 páginas

24,5 x 17,5

Cód. 8001

Preço: 22,25 €

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

OS CAPUCHINHOS EM PORTUGAL

Francisco Leite de Faria, ofmcap

Fernando de Negreiros, ofmcap

 

Em 1989 os Franciscanos Capuchinhos comemoraram o cinquentenário da sua implantação em Portugal. Os primeiros Capuchinhos chegaram a Portugal em 1934. Mas só em 1 de Março de 1939 o Ministro Geral, Padre Donato de Welle, criou o Comissariado Geral da Ordem. Porque não se introduziram em Portugal antes dessa data?... Por aqui passou São Lourenço de Brindes, que chegou a Lisboa em 25 de Maio de 1696 e aqui morreu na tarde do seguinte dia 22 de Julho. Aqui se estabeleceram os Capuchinhos franceses em 1648 com uma casa destinada a albergar os missionários vindos da Bretanha com destino às missões do Brasil. Aqui se estabeleceram também em 1696 os Capuchinhos italianos, que tiveram missões no Congo e em Angola de 1645 a 1835. Mas nem uns nem outros se empenharam em introduzir a Ordem no nosso país, isto é, fundar uma circunscrição jurídica da Ordem, com Religiosos portugueses como só em 1939 foi feito. O facto da Ordem dos Capuchinhos só aqui se ter estabelecido no século XX fez com que alguns portugueses, a partir do século XVI, atraídos pelo ideal de São Francisco de Assis se fizessem Capuchinhos no estrangeiro. Qual terá sido a razão dessa anomalia? Nesta obra poderá o leitor encontrar a resposta, bem como a outras possíveis interrogações

 

A Ordem dos Frades Menores Capuchinhos (OFMCap.) surgiu na Itália em 1525. Em 1761, ano em que atingiu a sua maior extensão, tinha 64 Províncias com 1730 Conventos e 34029 Religiosos, disseminados por toda a Europa ocidental cristã, excepto a Inglaterra, a Holanda e Portugal. A excepção da Inglaterra e da Holanda entende-se, pelo seu predomínio protestante; mas, por que não em Portugal, na altura uma nação profundamente católica e muito devota de São Francisco e dos Franciscanos? 

Em Lisboa houve duas Casas de Capuchinhos, uma habitada por franceses e outra por italianos; a primeira durante 185 anos, entre 1648 e 1833, e a segunda durante 138 anos, de 1696 a 1834. Por que motivo, apenas exactamente um século depois, em 1934, os Capuchinhos decidiram constituir em Portugal uma circunscrição jurídica da nossa Ordem? 

Destas e de outras questões da pré-história da Província Portuguesa dos Capuchinhos se fala neste livro. Mas também, e sobretudo, se regista o seu nascimento em 1939 e acompanha a sua evolução e maturidade até atingir o meio século de vida em 1989. Foram 192 os portugueses que entre 1939 e 1989 - portanto, ao longo de 50 anos - entraram na Ordem em Portugal. 

De todos eles se fala neste livro e no Índice onomástico final. Os Capuchinhos fundaram 15 Casas em lugares diferentes do País, conservando hoje apenas 8. Pode encontrar aqui a história da sua fundação e remodelação ou suspensão, com chamada para um índice especial. 

Também são referidos os principais apostolados a que os Capuchinhos se dedicaram em Portugal, ao longo de 50 anos: As "Missões Populares", a Actividade missionaria em Moçambique e Angola, o Apostolado Bíblico e o Apostolado com os migrantes.

 

A série ACTUALIDADE BÍBLICA consta de duas publicações anuais. Nestes cadernos, serão apresentados os principais temas bíblicos da actualidade estudados pela Associação Bíblica de Espanha, na revista «Reseña Biblica». Cada número é monográfico e divide-se em várias secções, correspondentes aos diversos ângulos a partir dos quais autores diferentes desenvolvem o tema: secção monográfica, secção aberta, secção didáctica e secção informativa.

 

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