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ANO A

MATEUS

reino,

igreja, comunidades

Lopes Morgado

O Evangelista

MATEUS (também chamado Levi, filho de Alfeu) era judeu e cobrador de impostos. Foi chamado por Cristo, deixou tudo e seguiu-O (Mt 9,9), sendo um dos Doze Apóstolos.

Por um lado, era conhecedor da Lei Antiga e dos ritos e costumes judaicos; por outro, conheceu Cristo pessoalmente, ouviu a Sua pregação e viu a Sua maneira de viver.

Ler hoje S. Mateus

Na História da Salvação podemos distinguir três fases ou etapas:

 

Fase preparatória (Patriarcas, Moisés, Profetas): através da salvação político-religiosa do povo de Israel, Deus anuncia e promete uma salvação mais perfeita e completa.

 

Realização da Salvação (em Jesus Cristo): Cristo salva não dos inimigos políticos mas do pecado e torna-Se fonte de Salvação universal, comunicando a Sua vida a todos os que formam o corpo da Sua Igreja.

 

Actualização da Salvação (através da Igreja): Deus congrega um povo, uma comunidade de Salvação, fazendo-a participante da Salvação realizada por Cristo duma vez para sempre. Esta Igreja não é uma instituição estática, fixa - mas um organismo vivo em transformação através da História, embora mantendo sempre a sua identidade fundamental. Por isso actualiza a mesma Salvação definitiva de Jesus Cristo em cada momento dessa História, oferecendo-a a todos os que aceitam com fé a pessoa do Salvador.

 

 

Nesta obra de Lopes Morgado pode encontrar:

texto completo do Evangelho dos Domingos e Festas;

introdução à ideia central do mesmo Evangelho;

referência dos lugares da Bíblia onde se encontra o texto das outras duas leituras e do salmo responsorial;

perguntas para reflexão e aplicação do Evangelho à Vida;

sugestões para Grupos de jovens;

textos fundamentais, relativos à Igreja e à Evangelização, para estudo;

outros textos de oração ou celebração em grupo ou em família;

pequenas biografias e testemunhos;

alguns poemas de autores portugueses.

 

Além disso, no final, os vários textos de estudo são organizados num esquema de Eclesiologia, para quem quiser lê-los ou estudá-los de maneira mais sistemática...

 


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ANO 2008

 SUMÁRIO - Maio / Junho '2008

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Editorial

Deus disse... E tudo foi feito

Herculano Alves > freiherculano@gmail.com

Opinião

Dos leitores

Redacção

II Milénio de São Paulo

Abertura do «Ano de S. Paulo»

Ano de S. Mateus

Mateus, o Evangelho da Palavra

Herculano Alves > freiherculano@gmail.com

A Bíblia responde

Como foi a conversão de S. Paulo?

Ariel Álvarez Valdés > arialvavaldes@yahoo.com.ar

Um Salmo

Salmo 65

"Tudo canta e grita de alegria"

Frei Manuel Rito Dias

Díli (Timor-Leste) > manuel.rito@gmail.com

Movimento Bíblico

XXXI Semana Bíblica Nacional:

«São Paulo, Apóstolo da Palavra»

Actividades Bíblicas

Tema do Ano

Jesus, Santuário de Deus para o Homem

D. António Couto, Bispo Auxiliar de Braga

Notícias

...da Bíblia

:: Bento XVI recebe Bíblia latino-americana da "Lectio divina"

:: Iniciativas para o próximo Sínodo sobre a Palavra de Deus

:: Arqueologia alternativa em Jerusalém

:: Jerusalém - Apelo dos líderes religiosos

   pelo fim dos ataques a Gaza

:: Exposição ecuménica Mundial de Bíblias em Roma

:: Jornada Mundial de Oração pela Terra Santa

:: «Lectio divina» on-line, o "GPS espiritual dos cristãos"

:: C.ongresso Missionário Nacional (Setembro '2008)

Fernando de Negreiros

[com a revista «Terra Santa»

e as agências Ecclesia, CTS Notícias e Zenit]

BÍBLIA E... FLORES

ENTRADA

Mais Flores!

Lopes Morgado > lopes.morgado@gmail.com

LITURGIA

Leituras bíblicas de Junho e Julho

UM CÂNTICO

"Primavera de Deus"

Acílio Mendes > freiacilio@gmail.com

EVANGELIZAÇÃO

Evangelizar pela beleza

Vítor Arantes > freivitor@gmail.com

MISSÃO

Uma Ilha Sem Flores

Frei Manuel Rito Dias

Díli (Timor-Leste) > manuel.rito@gmail.com

EXPRESSÕES

Flores do nosso Jardim Bíblico

Lopes Morgado > lopes.morgado@gmail.com

GRUPOS BÍBLICOS

Preparando o Sínodo

sobre a Palavra de Deus (cap. III)

Herculano Alves > freiherculano@gmail.com

FRANCISCANISMO

Clara de Assis,

a «plantazinha» de Francisco

frei Acílio Mendes > freiacilio@gmail.com

Quando voltar a Primavera

e as roseiras florirem

Adélio Torres Neiva

DE SICAR A JERICÓ

A "Flor das Flores"

Abílio Pina Ribeiro

PAUSA

Sideral (Desejo)

João Lisboa

 

 

 

 

CELEBRAÇÃO DO CINQUENTENÁRIO DA REVISTA

Estatuto Editorial

da Revista BÍBLICA

  1.

 

A revista BÍBLICA é uma publicação bimestral que tem por objectivo a iniciação e formação permanente dos leitores no livro da Bíblia.

  2.

 

 

Enquanto meio de comunicação social, a revista BÍBLICA orienta-se pelos valores deontológicos do sector e deseja promover a dignidade de todas as pessoas à luz da Carta Universal dos Direitos Humanos e da Constituição Política Portuguesa.

  3.

 

 

 

Como propriedade da Ordem dos Franciscanos Capuchinhos, a revista BÍBLICA, no “espírito de Assis”, estima todas as criaturas como irmãs. Por isso, compromete-se na preservação da natureza, na promoção das condições para uma vida humana em qualidade e no respeito pelas outras religiões.

  4.

 

 

 

 

A revista BÍBLICA assume-se como o lugar onde a Bíblia se faz vida, ao traduzir em linguagem de hoje a palavra humana da Bíblia, para melhor captar os contextos culturais subjacentes à sua escrita e, através deles, ajudar a entender e viver a sua mensagem.

  5.

 

 

 

Portuguesa e editada em Portugal, a revista BÍBLICA destina-se prioritariamente aos falantes da Língua Portuguesa – quer aos cidadãos de Portugal a viver neste País ou emigrantes em todo o mundo, quer aos leitores dos Países de Língua Oficial Portuguesa. Mas, como o Evangelho, mantém-se aberta ao mundo inteiro, auscultando e relendo os acontecimentos e sinais do nosso tempo à luz da História da Salvação.

  6.

 

 

 

 

A revista BÍBLICA tem consciência de prestar um serviço público à cultura, pois se ocupa de um livro universal que ultrapassa as fronteiras religiosas. E sendo o único meio de leitura habitual de muitos assinantes, contribui igualmente para a informação e a tolerância nas famílias, com base em valores que constituem a matriz da Europa e da identidade ocidental.

  7.

 

 

A revista BÍBLICA não beneficia de quaisquer apoios económicos do Estado, incluindo o Porte Pago. Sendo suportada apenas pelos seus Assinantes e Amigos, quer manter com eles uma relação de fidelidade e justiça, procurando servir-lhes um produto credível a todos os níveis.

   

Fátima, 25 de Fevereiro de 2005

 

 

 

 

 

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ASSINATURA

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Capa da revista BÍBLICA, nº 315

BÍBLICA > Capa do nº 315

EDITORIAL

Deus disse... e tudo

foi feito

:: Herculano Alves

 

 

No Ano do Planeta Terra, os leitores são convidados a penetrar no sentido da beleza da Criação, que nos leva até Deus. Ao falar de flores, como fazemos no caderno central deste número, não queremos promover a alienação do olhar no encantatório das coisas, mas apelar a ver mais além das aparências, entrando na intimidade do Criador – que é Bom e Belo e Verdadeiro.

A Bíblia afirma que Deus criou tudo pelo poder da sua Palavra: «Deus disse:

Faça-se... e assim aconteceu» (Gn 1,3-26). Esta criação de Deus é feita para proveito e sustento do ser humano, para que este possa, nela e através dela, reconhecer o Criador e louvá-lo. Mas, o nosso louvor ao Criador da Terra e da natureza não pode limitar-se a uma simples apreciação turística da paisagem, muito menos a uma visão utilitária da natureza, como se ela fosse um campo a explorar em proveito da humanidade. Ora, infelizmente, é isso que acontece muitas vezes, dando origem a cada vez mais dramas ecológicos.

O povo da Bíblia sempre entendeu que Deus se revelava na criação e através dela. Porque Deus infinito não pode caber no limitadíssimo campo de visão do ser humano, este não pode vê-lo em si mesmo; “vê-o” apenas e só nas suas obras, nas coisas criadas. Toca-nos, assim, abrir os olhos do coração e contemplar o Mundo com o enlevo do seu Criador:

«Deus, vendo toda

a sua obra, considerou-a muito boa» (Gn 1,30.

Contemplar a natureza leva consigo a contemplação da beleza de Deus e da sua bondade para connosco. Por isso, em grego, o adjectivo belo (kalós) também significa bom.

A criação, precisamente por ter a sua origem em Deus, é bela e boa, pois Ele é o supremo Bem e a suprema Beleza.

 (in «Bíblica», nº 316)

São Francisco de Assis  

«CÂNTICO DAS CRIATURAS»!

ESTANTE

...em minha memória

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.museu do presépio.

Entrevista com LOPES MORGADO

Em Fátima, visite o

«MUSEU DO PRESÉPIO»

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