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    DOCUMENTOS DA IGREJA SOBRE A BÍBLIA novidade editorial

"Disse Jesus: Tu és Pedro e sobre esta Pedra edificarei a minha Igreja" (Mt 16,18)

 

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Os melhores temas relacionados com a BÍBLIA, em colaboração com as Edições DU CERF    Paris  

 

Desde 1979, a DIFUSORA BÍBLICA publica em Portugal a tradução dos «Cahiers Évangile», das edições "Du Cerf" (Paris). Esta tradução sai em vários países e línguas. Há vários anos que saem 4 números por ano, acessíveis também por assinatura

(neste caso, mais baratos). 

 

  CATÁLOGO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Rua de S. Francisco de Assis

Apartado 208

2496-908 Fátima

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Av. Cons. Barjona de Freitas, 12

1500-204 Lisboa

Tel.:  217742445

Fax:  217782371

 

 

 

 

 

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Título

DOCUMENTOS DA IGREJA SOBRE A BÍBLIA

Autor

Herculano Alves

Ilustrações

Memmo Caporilli, Los Papas, Roma 1999

 

COEDIÇÃO

 

Difusora Bíblica

Rua de S. Francisco de Assis / Apartado 208

2496-908 FÁTIMA

ISBN 978-972-652-291-1

 

G.C. - Gráfica de Coimbra 2 Publicações, Lda.

Palheira - Assafarge

Apartado 3068

3001-453 COIMBRA

ISBN 978-972-603-513-8

Depósito Legal nº 322161/11

Com o patrocínio do MONTEPIO

 

Características:

2240 páginas

352 documentos situados na história da Igreja

2000 anos de história na Bíblia da Igreja

5 índices para consulta

Documentos do Sínodo dos Bispos sobre a Bíblia

Preço: 30,00 € | Pedidos a DIFUSORA BÍBLICA | Fátima | Lisboa

 

No "Prefácio" desta obra, D. Manuel Clemente, que faz a apresentação da obra, escreve:

«Duas palavras para agradecer este oportuno trabalho de Frei Herculano Alves, biblista capuchinho de comprovados méritos no estudo e na divulgação rigorosa da Sagrada Escritura.

Este trabalho, na sua introdução histórica e na integração que faz das várias fontes, é um bom contributo para melhor compreendermos a presença da Bíblia na Igreja.

Também para percebermos que a Tradição “católica”, querendo salvaguardar o legado global, resiste naturalmente a iniciativas marcadamente individuais no campo da interpretação ou da acção, ainda que possa integrá-las depois, no todo ou em parte, sempre que acabarem por se revelar fecundas.

A presente obra é de uma actualidade evidente, pois todos sabemos que, desde o concílio Vaticano II, a Igreja, no seu magistério oficial, tem apelado a todos os católicos para que façam da Bíblia o seu livro. A presente recolha de documentos da Igreja sobre a Bíblia é disto uma prova. Mais, o autor pretendeu precisamente levar esta voz da Igreja aos mais variados ambientes, não apenas aos ambientes eclesiais, mas também ao mundo da cultura, mormente o da cultura histórica. E não só, pois documentos de Moral, de tradução da Bíblia... além das encíclicas dos papas sobre a Bíblia, são aqui apresentados integralmente.»

+ Dom Manuel Clemente

bispo

Herculano Alves, freiherculano@gmail.com franciscano capuchinho, natural de Serafão, concelho de Fafe, tem exercido as mais variadas actividades bíblicas, a nível académico e pastoral:

foi coordenador geral da BÍBLIA da Difusora Bíblica, coordenador do Novo Testamento e tradutor de alguns dos livros; presidente do Movimento de Dinamização Bíblica dos Franciscanos Capuchinhos durante vinte anos; ocupou o cargo de director da revista Bíblica, e delegado para a federação bíblica internacional (FEBICA).

Em 1972, frequentou a Universidade de Coimbra, onde se Licenciou em FILOLOGIA ROMÂNICA, na Faculdade de Letras.

Em Outubro de 1981 iniciou os seus estudos no Pontifício Instituto Bíblico de Roma, onde se Licenciou em CIÊNCIAS BÍBLICAS, em Fevereiro de 1984, com a tese: “El Evangelio de Tomás y los Sinópticos”.

Em 1986 iniciou a sua carreira de Professor na UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA (Faculdade de Teologia, Centros do Porto e de Braga), onde tem leccionado várias Cadeiras de Ciências Bíblicas, até ao presente: Evangelhos Sinópticos, Pentateuco, Actos e Epístolas Católicas, Novo Testamento I, Novo Testamento II, Bíblia e Educação da Fé, Semiótica e Leitura de textos Bíblicos, A Aliança na Bíblia. Desde 1986, é professor de Sagrada Escritura na Universidade Católica (Porto).

Em 26 de Abril de 2005 obteve o DOUTORAMENTO EM TEOLOGIA BÍBLICA pela Universidade Pontifícia de Salamanca, com a tese: A Bíblia de João Ferreira Annes d’Almeida. Trata-se da primeira tradução portuguesa da Bíblia, que é também a obra em língua portuguesa mais editada e mais lida.

É autor de várias dezenas de artigos de carácter científico, publicados em várias revistas.

 

Documentos da Igreja sobre a Bíblia

Para quê? Qual o interesse? Estas e outras perguntas podem ser pertinentes, ou têm a sua razão de ser num cristianismo ainda pouco enraizado na Palavra de Deus. Mas não terão qualquer razão de ser num cristianismo que já assentou as suas bases «sobre a rocha» da Palavra viva de Jesus Cristo (Mt 7,24s).

Muitas vezes se diz que a Igreja católica pouca importância tem dado à Bíblia, que tem deixado o livro do cristianismo nas mãos dos protestantes e das seitas. Esta acusação tem algum fundamento na medida em que, durante séculos, a Igreja católica deu mais importância aos sacramentos, à liturgia, do que à Palavra de Deus. Durante esse período (e em muitos sectores da Igreja ainda hoje), existiu uma mentalidade não de abandono da Bíblia, não de menosprezo pela Palavra de Deus, mas de falta de consciência da importância da mesma Palavra.

A comprovar o que afirmamos - que a Igreja não abandonou a Bíblia - está a grande quantidade de documentos que a Igreja produziu sobre a Bíblia. Estes documentos provam, antes de mais, que a Igreja se preocupou com a Bíblia e com a maneira de ler e de a interpretar. Daí a razão de muitos dos seus documentos terem a pretensão de defender a Bíblia de falsas interpretações. Foi esse cuidado exagerado despendido na «defesa» da Bíblia que, tendo embora óptimas intenções, teve o seu reverso da medalha: provocou um falso temor da Bíblia, o medo de a interpretar mal e, consequentemente, o abandono da mesma.

A determinada altura, a Bíblia passou a ser vista, não como «mesa da Palavra de Deus», como algo vital, de absoluta necessidade para os crentes, como fonte pura donde jorra a verdade de Deus para todo o homem, mas como algo neutro, que tanto vale ter como não ter, como uma «devoção» a par de outras «obrigações». É aqui que está, certamente, o maior pecado da Igreja e dos católicos .

O Concílio Vaticano II produziu uma reviravolta nesta mentalidade da Igreja. A Bíblia, que era «serva da Teologia», passou a ocupar o lugar donde a tinham destronado: a fonte da Teologia e de todas as ciências eclesiásticas; ela, que era vista como algo secundário, como uma espécie de «devoção», passa ao primeiro lugar, à primeira das obrigações de todo o discípulo de Jesus; ela, que era considerada como «livro protestante», passa a ser o «manual», o livro de cabeceira de todos os católicos (Cf. DV 24, 25 e 26).

A Bíblia, Palavra de Deus

A Bíblia é, a muitos títulos, um livro difícil e complicado. Difícil e complicado por ser palavra, isto é, linguagem e cultura e, muito mais ainda, por esta palavra ser, além de palavra humana, sobretudo Palavra de Deus.

É aqui que reside a principal dificuldade da Bíblia. Porque o ser humano não pode conhecer Deus em Si mesmo. Como é Deus? Como é que Deus fala com o homem? Que linguagem utiliza? Que descodificação temos de fazer para nos tornarmos receptores capazes desta Palavra, que nos vem duma pessoa-emissora divina e, por isso mesmo, infinitamente diferente do homem e transcendente?

Estas e muitas outras interrogações nos podemos (e devemos) fazer antes de iniciarmos qualquer estudo sério da Bíblia. Mas não poderemos responder-lhes sem um mínimo de esforço e estudo. É muito perigosa a convicção de tantos cristãos, mesmo de certos grupos católicos, que pensam saber a Bíblia pelo facto de saberem soletrar, materialmente, as suas palavras! Sendo a Bíblia um livro dificílimo, exige estudos profundos nos vários campos das ciências bíblicas e da linguagem.

Porém, não são os estudos bíblicos que nos podem fazer perceber o sentido mais profundo dos textos, nem ouvir a Palavra de Deus que está por detrás das palavras humanas e materiais da Bíblia.

É, sobretudo, a oração na fé que nos põe em sintonia com Deus, e nos coloca na onda em que Ele nos quer falar.

O Deus da Bíblia é, acima de tudo, um Deus-falante, um Deus interveniente na História, um Deus que nunca Se cala para chamar o Seu povo à salvação.

 

 

Nesta obra, o leitor encontra os seguintes capítulos e temas

 

I. A BÍBLIA na igreja - PERCURSO HISTÓRICO

 

I. Do período Apostólico ao Concílio de Trento (160-1550)

1. Do período Apostólico à Alta Idade Média

1.1. Período Apostólico

1.2. Padres Apostólicos

1.3. Qual era o Cânon dos livros inspirados no tempo de Jesus?

2. Da Alta Idade Média ao concílio de Trento

2.1. A Bíblia e os teólogos

2.2. A Bíblia e as heresias medievais

2.3. S. Francisco de Assis e S. Domingos

 

II. Do Concílio de Trento ao Vaticano I (1550-1870)

1. Os Reformadores e o concílio de Trento

2. Princípios Hermenêuticos de Lutero

3. O concílio de Trento e o Cânon definitivo

4. Desde o concílio de Trento até ao Vaticano II

5. O racionalismo protestante

 

III. Do concílio Vaticano I ao Vaticano II (1870-1962)

1. No concílio Vaticano I

2. A encíclica Providentissimus Deus

2.1. Circunstâncias da encíclica Providentissimus Deus

3. Pio X e a crise modernista

4. A encíclica Spiritus Paraclitus

5. A encíclica Divino afflante Spiritu

5.1. Paulo VI e os documentos para cumprir o Concílio

5.2. O pontificado de João Paulo II

5.3. Bento XVI e o Sínodo dos Bispos

5.4. A Bíblia na pastoral da Igreja em Portugal

 

 

II. DOCUMENTOS DA IGREJA SOBRE A BÍBLIA

 

1. Do período Apostólico ao Concílio de Trento (160-1550) 

1.1. Do período Apostólico à Alta Idade Média (160-500)

1.2. Da Alta Idade Média ao concílio de Trento (595-1528)

 

2. Do Concílio de trento ao vaticano I (1550-1870)  

2.1. Concílio de Trento (1546-1564)

2.2. Depois do concílio de Trento até ao Vaticano I (1713-1864)

2.3. A Bíblia no concílio Vaticano I (1870)

 

3. Do concílio Vaticano I ao Vaticano II (1870-1962)  

3.1. Da Providentissimus Deus à Divino afflante Spiritu (1893-1943)

3.2. Da Divino afflante Spiritu ao Vaticano II (1943-1964)

 

4. Suplemento: Bíblia e ecumenismo no séc. XX (1937-1988)

 

5. A Bíblia nos documentos do Vaticano II (1962-1965)

5.1. Constituição Dei Verbum (1965)

5.2. A Bíblia noutros documentos do Vaticano II (1963-1965)

 

6. Documentos para cumprir o Vaticano II (1964-1977)

 

7. A Bíblia no papado de João Paulo II (1978-2005)

7.1. João Paulo II: 1978-1990

7.2. João Paulo II: 1991-2000

7.3. João Paulo II: 2001-2004

7.4. Declarações da Federação Bíblica Católica (1990-2008)

 

8. A Bíblia no papado de Bento XVI (2005-2010)

8.1. O Sínodo dos Bispos sobre a Palavra e outros documentos (2005-2009)

8.2. A Palavra do Senhor / Verbum Domini (30.09.2010)

... E ainda um precioso ÍNDICE com mais de vinte páginas para uma rápida consulta

 

 

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