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I.
Nova tradução da BÍBLIA
1.
Antecedentes do projecto 
No
início da década de 1980 começou a sentir-se a imperiosa necessidade de
renovar a Bíblia da Difusora Bíblica, que apresentava diversas lacunas,
ao nível do texto bíblico, das notas e sobretudo dos lugares paralelos,
que parece nunca terem sido revistos. Assim, quando o Fr. Herculano Alves
chegou do Instituto Bíblico (1984), o Fr. Manuel Gameiro (então
administrador da Difusora Bíblica) manifestou vontade de rever o texto, a
fim de se proceder a uma nova impressão, pois os caracteres estavam
gastos, depois de tantas reimpressões. O trabalho não avançou
imediatamente, porque, entretanto, o Fr. Herculano Alves estava no
projecto de uma outra Bíblia - a Bíblia da Conferência Episcopal
Portuguesa. Por falta de disponibilidade e para evitar a ideia de
"concorrência", o projecto da Difusora teve que esperar algum
tempo. Além disso, todos os biblistas portugueses tinham sido contactados
para trabalhar na Bíblia da Conferência Episcopal. Porém, algum tempo
depois de ter iniciado, tal projecto parou e, finalmente, foi anulado, por
diferentes motivos. Esta foi a ocasião para se relançar a ideia do
"Projecto Bíblia", que foi liderado desde o início pelo Fr.
Herculano Alves, o único Capuchinho, na altura, com um curso superior de
Bíblia. Foi imediatamente contactado o Doutor José Augusto Martins Ramos, com experiência na orientação da Bíblia em Português
Corrente. Este alertou o Fr. Herculano Alves para as múltiplas
dificuldades que tal Projecto iria trazer, sobretudo para quem o liderasse
(o que se revelou, posteriormente, ser completamente verdade). No entanto,
o Fr. Herculano Alves persistiu em avançar. E fez apelo aos Franciscanos
Capuchinhos para que, na medida do possível e da sua formação
específica entrassem no Projecto. Nesse sentido, fez-se uma semana de
reuniões de trabalho e de estudo, orientado pelo Fr. Herculano Alves.
Entre outras coisas procuraram-se expressões portuguesas para expressões
semitas, como "carne e osso", "carne e sangue", etc. O
primeiro trabalho a realizar era o da organização da futura Bíblia ou
revisão da antiga Bíblia: quem trabalharia, o que fazer e, sobretudo, em
que prazos, já que a Difusora, sem uma Bíblia, não teria capacidade
económica para continuar a sua actividade editorial. O Fr. Herculano
Alves encetou imediatamente os contactos com os biblistas, no ambiente dos
seus colegas da Universidade Católica, aproveitando o ensejo de o
projecto da Bíblia da Conferência Episcopal não se ter realizado. A
ideia fundamental foi não só a da eficácia, mas também a de
comprometer o maior número possível de biblistas neste projecto, a fim
de termos em Portugal uma Bíblia em língua portuguesa traduzida
directamente dos textos originais, com a maior credibilidade possível
perante a Igreja portuguesa.
2.
Reuniões da equipa de tradutores
A
26.09.1992 reuniu-se pela 1ª vez a equipa de tradutores. Esta equipa foi
sendo alargada posteriormente. Fez-se na altura uma primeira
distribuição de livros a rever, pois numa primeira etapa pensou-se
apenas numa revisão do texto, e não numa tradução completa dos textos
originais. A revisão incluía o texto, com linguagem adaptada ao nosso
tempo, as notas e os lugares paralelos. Marcou-se como prazo de entrega
dos trabalhos o fim de 1993. Foi marcada uma reunião para Abril, a fim de
fazer o ponto da situação e outra para 06 de Novembro para acertos
finais. No entanto, nesta última reunião concretizou-se uma ideia que
vinha sendo amadurecida: fazer uma tradução de raiz dos textos bíblicos
originais. Esta nova tradução teria novas introduções e notas, sem
descurar os objectivos iniciais quanto à linguagem. A propósito de
linguagem, ficou decidido que se teria em conta, na medida do possível,
sobretudo nas notas, a linguagem inclusiva. O número de colaboradores foi
o máximo que se pôde arranjar, na altura, em Portugal (23 ao todo),
incluindo o frei Domingo Montero, da Província dos Capuchinhos de
Castela. Podemos dizer que entraram praticamente todos os biblistas
portugueses. Tivemos como primeiro objectivo produzir uma boa Bíblia, em
bom português, feita por biblistas portugueses. Esta equipa de tradutores
consta da página quatro da 1ª edição. Fez-se um total de nove
reuniões da Equipa de tradutores, a última das quais aconteceu em 16 de
Dezembro de 1995. De cada reunião existe uma Acta redigida pelo Frei
Lopes Morgado. Em reuniões seguintes escolheram-se os coordenadores para
o Antigo Testamento (Doutor José Augusto Ramos) e para o Novo (Frei
Herculano Alves). O coordenador geral da Bíblia, desde o início, foi o
Frei Herculano Alves, que teve a iniciativa da revisão / tradução da
Bíblia.
3.
Processo da tradução
3.1.
A tradução dos livros deveria fazer-se pelo texto original, a
não ser que o coordenador da respectiva área se certificasse de que a
tradução de algum livro da "antiga" Bíblia da Difusora
Bíblica já estivesse feita segundo critérios actualizados. Neste caso,
poderia traduzir ou apenas cotejar o texto antigo pelo texto original.
Quando o tradutor terminava o seu trabalho, enviava-o ao Frei Herculano
Alves, coordenador geral da Bíblia.
3.2. Tradução dos nomes próprios da Bíblia
Este
foi o primeiro passo da tradução da Nova Bíblia. Efectivamente, na
antiga "Bíblia Sagrada" da Difusora havia por vezes nomes
diferentes para uma mesma pessoa ou cidade. Foi necessário fazer uma
ficha para cada um dos nomes (próprios) que aparecia em letra maiúscula,
com a respectiva citação bíblica. Fez-se um ficheiro (que se encontra
no arquivo desta Bíblia) de todos os nomes. Seguidamente, uma equipa de
três elementos (Dra. Maria Armanda St. Maurice Esteves e os dois
coordenadores) trabalharam vários dias este ficheiro, colocando na
respectiva ficha o nome que iria ficar na Nova Bíblia. Fez-se depois um
elenco de mais de três mil nomes próprios, que se encontram
efectivamente nesta Bíblia e que serviu de ponto de referência e
consulta permanente ao longo de todo o processo de coordenação, com a
ajuda da Concordância Hebraica (nº 4). Ajuda valiosa foi a do Doutor
José Augusto Martins Ramos, com experiência nesta matéria.
4.
Processo da coordenação geral
4.1.
Logo que lhe era possível, o coordenador geral conferia todo o texto e
cada um dos versículos, com os respectivos números, pelo texto original
ou por uma Bíblia estrangeira que lhe merecesse crédito. De imediato, os
problemas de ordem textual que surgiam eram resolvidos pelos dois
coordenadores para o Antigo e Novo Testamento, respectivamente Doutor
José Augusto Martins Ramos e Frei Herculano Alves. Deste modo, todos os
versículos da Bíblia foram conferidos, com os respectivos números, em
ordem a garantir a integridade do texto sagrado.
4.2.
Fazia-se seguidamente uma leitura das notas, em ordem a um primeiro passo
da coordenação geral. O coordenador geral, Frei Herculano Alves, assumiu
a responsabilidade da execução do que tinha sido decidido pela equipa
dos tradutores: o texto das notas nunca poderia exceder um terço do texto
bíblico. Deste modo, tinha que resumir notas e introduções; por vezes,
fazia alguma nota onde havia manifesta necessidade para a compreensão do
texto, como também tinha sido definido nos plenários de tradutores. As
introduções dos livros
grandes ou mais importantes, poderiam ter duas
páginas (o máximo três), enquanto os livros mais pequenos teriam apenas
uma página. A partir desta etapa, os livros do Antigo Testamento eram
enviados para o respectivo coordenador e a Difusora procedia ao pagamento
do trabalho, que era feito à página, pelo texto original traduzido. Os
livros do Novo Testamento ficavam nas mãos do coordenador geral (Frei
Herculano Alves), pois era, simultaneamente, coordenador do Novo
Testamento. Os dois coordenadores trabalharam sempre em conjunto, a fim de
resolver da melhor maneira os problemas que iam surgindo ao longo de todas
as etapas do processo de revisão e coordenação.
4.3.
Depois de visto pelos coordenadores, o texto entrava no processo da
coordenação geral, que é uma etapa muito complicada: evitar, o mais
possível, contradições e diferenças no texto e notas ao longo de toda
a Bíblia; por outras palavras, fazer harmonia na quantidade e na
qualidade do texto, nos termos e nas expressões. Esta coordenação
dá-se também ao nível das notas, sobretudo das remissões de umas para
a outras. Nesta Bíblia, todos os livros se encontram ligados entre si
pelas remissões de notas e também pelos textos paralelos, mediante os
lugares paralelos presentes nos títulos e subtítulos (ver nº 4.8).
4.4.
Todas as emendas feitas no texto enviado pelos tradutores - em papel e em
disquete - eram tratadas no computador pela respectiva funcionária; eram
tiradas sucessivas cópias, e as revisões deste tratamento eram feitas
também pelo coordenador geral.. Muitas vezes, do mesmo livro, eram feitas
três e quatro revisões. Neste tratamento de computador incluía-se a
aproximação dos números dos versículos à palavra seguinte.
4.5.
Depois das primeiras emendas feitas no computador, o trabalho estaria
teoricamente pronto para ir para a tipografia; mas, para maior segurança,
o coordenador geral, depois de ler os textos, enviava cópias dos mesmos a
várias pessoas, a fim de verificar sobretudo a linguagem e alguma gralha
que tivesse passado. A propósito da linguagem tentou-se evitar cacofonias
e expressões com duplo sentido na nossa língua, de modo a tornar o texto
bem legível, tanto individualmente como em comunidade litúrgica. Neste
trabalho colaboraram também alguns Capuchinhos (sobretudo Frei J. Joaquim
Lopes Morgado, Frei Miguel de Negreiros, Frei David Belo, Frei Norberto C.
Alves, Frei Manuel Arantes da Silva e Frei Vítor Arantes da Silva).
4.6.
A partir das correcções sugeridas, o texto era corrigido pelo
coordenador geral, e revisto, depois de passar pela funcionária dos
computadores. Seguidamente entrava na tipografia, onde era paginado.
4.7.
A partir desta etapa, foi necessário corrigir duas provas tipográficas,
trabalho que foi feito pelo coordenador geral e por pessoas por ele
indicadas, sobretudo pela Ir. Deolinda Serralheiro. Foi nesta etapa que o
Frei Lopes Morgado deu a sua maior colaboração, lendo uma vez todo o
texto da Bíblia, dando especial atenção aos Evangelhos e Salmos,
conferindo a ligação entre as partes enumeradas na Introdução de cada
livro e a respectiva divisão ao longo do livro. Foi ele também quem fez
a última leitura e coordenação da Introdução geral, das introduções
a cada conjunto de livros e a cada livro. Finalmente, cuidou da
orientação gráfica, da selecção das gravuras, assim como dos
extra-textos e das legendas que as acompanham.
4.8.
Especial relevo deverá dar-se aos lugares paralelos, que acompanham os
títulos e subtítulos, assim como todas as notas de rodapé. Todos eles
verificados pelo coordenador geral e por algumas pessoas por ele
escolhidas. A propósito dos lugares paralelos dos títulos e sub-títulos,
será bom lembrar que eles remetem para outros textos com algum
paralelismo em relação ao tema onde se encontram colocados. Os números
que aparecem nos títulos pretendem, por vezes, dizer até onde vai
determinada perícopa ou parte do livro em causa. Estes últimos aparecem
melhor na 2ª e 3ª edições.
4.9.
Não podemos esquecer o Índice das Notas (p. 2059-2074), feito com a
colaboração da Ir. Deolinda Serralheiro que, para esse fim, trabalhou na
Difusora, em colaboração com o coordenador geral, ao longo de uns seis
meses. Este Índice é uma colectânea das notas mais significativas desta
Bíblia agrupadas por temas.
4.10.
O Índice Bíblico-Pastoral (p. 2075-2106) foi feito pelo coordenador
geral e é dos elementos mais interessantes desta Bíblia, porque nele se
encontram os temas bíblicos mais significativos com muitos sub-temas e
milhares de referências bíblicas.
4.11.
Nos Suplementos há a considerar: o Leccionário dos Domingos e Festas,
que já vinha da Bíblia anterior, mas foi revisto pelo Frei Lopes
Morgado; os Pesos e Medidas, com as respectivas equivalências actuais; o
Tempo e as festas bíblicas; a Cronologia Geral a cores, que vem do Atlas
Bíblico do Frei José Machado Lopes; a Formação do Cânon e alguns
mapas. O Atlas Bíblico foi revisto e actualizado para esta Bíblia.
4.12.
O último grande melhoramento da Bíblia foi da iniciativa do Frei Lopes
Morgado e são as imagens. Desde o início desta Bíblia, falou-se em
colocar imagens, que, de algum modo, ajudassem a ler o texto bíblico.
Após várias diligências, o Frei Lopes Morgado contactou o Frei Daniel
de Vilar (no Canadá), que negociou e obteve da diocese de Chicago a
cedência das imagens, que são certamente uma mais-valia desta Bíblia,
não apenas no aspecto gráfico, mas também pastoral, pela ligação que
estabelecem entre o texto e a vida, funcionando ainda como destaques e
sínteses da mensagem.
4.13.
Finalmente, depois de tantas 'demarches' e etapas, o texto da Bíblia estava
pronto e a Nova BÍBLIA dos Capuchinhos era lançada
oficialmente no dia 24 de Outubro de 1998, na sede da Universidade
Católica Portuguesa, no meio de muitos elogios, vindos de todos os
quadrantes. Tinha sido aprovada pela Conferência Episcopal Portuguesa em
30 de Junho do mesmo ano. Com estas diferentes etapas, e entre 1992 e
1998, passaram pelos olhos dos correctores de provas e leitores do texto
cerca de 33.000 páginas em computador, todas elas guardadas em arquivo.
Desta 1ª edição tiraram-se uns 80.000 exemplares que rapidamente se
esgotaram.

II.
BÍBLIA SAGRADA, 2ª
edição
(2000)
O
coordenador geral, Frei Herculano Alves, alguns tradutores e outras
pessoas que tinham dado o seu melhor contributo para a Bíblia, cedo deram
conta de que alguma coisa ainda se poderia aperfeiçoar. Logo em Novembro
de 1998, numa 1ª reimpressão (da 1ª edição), o Frei Lopes Morgado
introduziu alguns aperfeiçoamentos. Seguidamente, em Fevereiro de 1999, o
coordenador da tradução iniciou a revisão completa da Bíblia, com
algumas pessoas anónimas que trabalharam quase sempre gratuitamente, de
modo esporádico ou de forma permanente, para a Difusora e deram o seu
melhor contributo para o êxito alcançado por esta Bíblia. O que se fez
na 2ª edição? Em primeiro lugar convém frisar que esta edição não
foi feita apenas para corrigir eventuais gralhas, mas sobretudo para
melhorar a tradução. Teve-se o especial cuidado de não modificar a
paginação da 1ª edição.
Entre outros melhoramentos, destacam-se os
seguintes: 1. Foi lido todo o texto, em ordem a detectar eventuais
gralhas, palavras difíceis para a maioria dos leitores; encontraram-se
algumas hifenizações mal feitas, vírgulas mal colocadas, etc. 2. O
coordenador geral do Projecto Bíblia leu todas as notas. Os melhoramentos
incidiram sobretudo em novos lugares paralelos, ligando melhor umas notas
a outras, em toda a Bíblia. 3. Foram revistos todos os lugares paralelos
da Bíblia (inclusive nos dois Índices e nos títulos), o que deu um
trabalho enorme, como se poderá imaginar. 4. Foram acrescentados novos
paralelos nos títulos e subtítulos, o que enriquece sobremaneira esta
Bíblia. 5. Foi melhorado e aumentado o Índice Bíblico-Pastoral. 6. Foi
completamente refeita a p.2114, onde foram introduzidas as Leituras
bíblicas das principais festas cristãs do ano litúrgico. 7. Foi
reajustada a divisão de cada livro, de acordo com a divisão que aparece
na respectiva introdução. 8. Uma das modificações mais importantes
introduzidas nesta 2ª edição foi certamente o título, que passou de
Nova BÍBLIA dos Capuchinhos para BÍBLIA SAGRADA. Esta modificação
deveu-se, sobretudo, à relutância manifestada por alguns sectores da
Igreja, tanto do clero como dos leigos, em aceitar esse título. Voltámos
ao clássico "Bíblia Sagrada". O povo em geral não ligou ao
título e continuou a comprar a Bíblia, porque lhe dava o real valor.
Este título, como é explicado na Introdução da 1ª edição, pretendia
afirmar a existência de uma nova tradução que vinha substituir a antiga
tradução da Difusora Bíblica. Esta 2ª edição teve o melhor
acolhimento e já se venderam uns 70.000 exemplares. Notas: 1. Apesar de
todas estas pequenas modificações, conservou-se a mesma paginação da
1ª edição. 2. Todas as modificações introduzidas na 1ª edição
estão guardadas numa Bíblia, como arquivo à disposição dos
respectivos tradutores.
III.
NOVO TESTAMENTO
em
cartolina, ed. Integral (1999)
Esta
edição de muitos milhares de exemplares foi feita com o texto integral,
e respectivas notas, da 1ª edição; foi editada em Novembro de 1999,
para responder aos pedidos sobretudo de catequeses e escolas. Este Novo
Testamento tem um Índice de Notas abreviado, o mesmo se passando com o
Índice Bíblico-Pastoral, a partir dos Índices da Bíblia (1ª
edição). Foi um trabalho realizado pelo coordenador geral do Projecto
Bíblia, Fr. Herculano Alves.
IV.
BÍBLIA DE
BOLSO
(2000)
Desde
o início, pensou-se em fazer uma edição da Bíblia em formato de bolso.
A que saiu não é propriamente isso, mas tem um formato relativamente
pequeno. Esta edição apresenta o texto completo, com os mesmos
Suplementos e Índices, da 2ª edição terminada em Maio de 2.000. É,
pois, uma edição integral, em formato mais pequeno. Tem tido muito
êxito, embora a capa não seja ainda a desejável.
V.
NOVO TESTAMENTO, ed.
de bolso
(2000)
A
Difusora Bíblica há muitos que tinha um NT de bolso. Em Maio de 2000, o
Frei Herculano Alves fez um, mas agora com o texto actualizado (2ª ed. da
Bíblia). Torna-se um bom instrumento para ter sempre a Palavra de Deus à
mão. Concretamente, fez-se: 1. Selecção de notas, o que possibilitou
diminuir o número de páginas e aumentar o tamanho da letra, tornando,
assim, possível o seu manuseamento até por pessoas que não tenham muito
boa visão. 2. Abreviação do Índice Bíblico-Pastoral do Novo
Testamento (ver nº III).
VI.
BÍBLIA SAGRADA, 3ª
edição
(2001)
Nesta
edição tentou-se melhorar ainda o que tinha sido iniciado na 1ª
Revisão. Trata-se, portanto de uma
revisão da 2ª edição. Houve,
fundamentalmente, uma preocupação pela perfeição, a fim de que esta
Bíblia pudesse primar pela qualidade. O coordenador do Projecto Bíblia
tentou resolver pequenos problemas que lhe foram sendo indicados. Tal como
se fez na revisão da 1ª edição, também aqui se conservou exactamente
a mesma paginação. Concretamente, foram feitos os seguintes trabalhos:
1. Leitura de todo o texto e notas, em ordem a detectar eventuais gralhas,
quanto à pontuação, ortografia, etc. 2. Tentou-se tornar homogéneos
termos e expressões como, por exemplo, Cafarnaúm, Ámen, Dia do Senhor,
Lua-nova/Lua-cheia, Arca da aliança, árvore da Vida, livro da Vida,
personagem no fm., Terra Prometida, Céu e Terra (quando referidos a deus
ou ao planeta), Sol (quando referido à estrela Sol)... 3. Reviram-se os
lugares paralelos dos títulos e subtítulos, assim como dos Índices de
Notas e Bíblico-Pastoral. 4. Foram acrescentados alguns paralelos em
títulos e subtítulos, bem como nalgumas notas, ficando, assim, mais
perfeitos.
VII.
NOVO TESTAMENTO
ed.
com notas reduzidas (2001)
Este
texto pretende responder aos pedidos das catequeses e escolas. Contém o
texto integral do Novo Testamento da Bíblia e as mesmas notas
(abreviadas) do NT de bolso. Tem, no entanto, o Índice Bíblico-Pastoral
da ed. integral do Novo Testamento (nº III); também não leva Índice de
Notas, tal como acontece no NT de Bolso, porque muitas foram suprimidas a
fim de aligeirar uma edição que se destina sobretudo à catequese e às
escolas. Leva as imagens que estão no texto da edição integral do Novo
Testamento.
VIII.
BÍBLIA DE BOLSO
(sem
notas)
Esta
edição pretende ser um 'vademecum' de todos quantos querem fazer da
Palavra de Deus uma companhia, nas suas viagens. Tem apenas o texto
integral, a Introdução geral e as introduções a cada bloco literário
e a cada livro, tornando-se, deste modo, mais facilmente portátil e com
caracteres suficientemente grandes para poderem ser lidos sem grande
dificuldade.
frei
Herculano Alves, OFMCap.
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