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MARCOS: este Homem era Deus (Lopes Morgado)

MARCOS

Este Homem era Deus

Lopes Morgado

Este livro é o seu companheiro permanente de todos os Domingos e Festas ao longo do Ano Litúrgico B, cujo evangelista principal é S. Marcos.

Neste livro, pode encontrar:

- Indicação das leituras bíblicas do dia.

- Texto completo do Evangelho, na versão litúrgica, e breve comentário para melhor entender o seu sentido original bíblico.

- Texto de reflexão com base nas três Leituras do dia, o qual, além de fazer uma ligação da sua mensagem à vida do homem de hoje, pode servir como: suporte para uma introdução à própria celebração do grupo ou da grande assembleia (diaporama), admonição inicial à Eucaristia do Domingo ou Festa, ambientação do Encontro de grupo ou síntese final antes do momento do compromisso ou da despedida.

- Textos do Magistério da Igreja sobre o Homem e sobre Cristo Redentor do Homem, para estudo, reflexão e acção.

- Outros textos sobre os mesmos temas, em prosa ou em verso, com destaque para os autores portugueses.

- Pequenas biografias de crentes que marcaram a caminhada da História da Humanidade com o seu testemunho e compromisso cristão.

- Muitas textos de oração, com especial relevo para escritos e orações dos primeiros cristãos, mais próximos do anúncio original da BOA NOVA de JESUS CRISTO.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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 BÍBLICA - Nº 353 - Julho / Agosto '2014

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.sumário

SITUAR a palavra

Terra Santa / guerra santa?

Manuel Rito Dias > manuel.rito@gmail.com

ESTUDAR a palavra

Que profeta levou Deus a arrepender-se?

Ariel Álvarez Valdés > arialvavaldes@yahoo.com.ar

CELEBRAR a palavra

Salmo 28: "Senhor, creio em ti"

Manuel Rito Dias > manuel.rito@gmail.com

Leituras bíblicas de agosto e setembro

Lopes Morgado > lopes.morgado@gmail.com

Invocação pela paz (nos jardins do Vaticano)

Lopes Morgado > lopes.morgado@gmail.com

Shalom, Jerusalém! (cântico)

Acílio Mendes > freiacilio@gmail.com

SECÇÕES

Ecumenismo: Para o ano 2025, em Niceia

António Marujo / Jornalista

 

 

Dossiê

Terra Santa

 

"O quinto Evangelho"

Lopes Morgado > lopes.morgado@gmail.com

Israel, um povo condenado a viver em guerra?

Herculano Alves > freiherculano@gmail.com

A outra Terra Prometida

Frédéric Mans, ofm | Studium Biblicum Franciscanum, Jerusalém

Peregrinar, hoje, à Terra Santa

frei Artemio Vítores González, ofm

Como peregrino da paz e da unidade

(o papa Francisco na Jordânia, na Palestina e em Israel)

Lopes Morgado > lopes.morgado@gmail.com

 

 

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Estatuto Editorial

 

  1.

 

A revista BÍBLICA é uma publicação bimestral que tem por objectivo a iniciação e formação permanente dos leitores no livro da Bíblia.

  2.

 

 

Enquanto meio de comunicação social, a revista BÍBLICA orienta-se pelos valores deontológicos do sector e deseja promover a dignidade de todas as pessoas à luz da Carta Universal dos Direitos Humanos e da Constituição Política Portuguesa.

  3.

 

 

 

Como propriedade da Ordem dos Franciscanos Capuchinhos, a revista BÍBLICA, no “espírito de Assis”, estima todas as criaturas como irmãs. Por isso, compromete-se na preservação da natureza, na promoção das condições para uma vida humana em qualidade e no respeito pelas outras religiões.

  4.

 

 

 

A revista BÍBLICA assume-se como o lugar onde a Bíblia se faz vida, ao traduzir em linguagem de hoje a palavra humana da Bíblia, para melhor captar os contextos culturais subjacentes à sua escrita e, através deles, ajudar a entender e viver a sua mensagem.

  5.

 

 

 

Portuguesa e editada em Portugal, a revista BÍBLICA destina-se prioritariamente aos falantes da Língua Portuguesa – quer aos cidadãos de Portugal a viver neste País ou emigrantes em todo o mundo, quer aos leitores dos Países de Língua Oficial Portuguesa. Mas, como o Evangelho, mantém-se aberta ao mundo inteiro, auscultando e relendo os acontecimentos e sinais do nosso tempo à luz da História da Salvação.

  6.

 

 

 

 

A revista BÍBLICA tem consciência de prestar um serviço público à cultura, pois se ocupa de um livro universal que ultrapassa as fronteiras religiosas. E sendo o único meio de leitura habitual de muitos assinantes, contribui igualmente para a informação e a tolerância nas famílias, com base em valores que constituem a matriz da Europa e da identidade ocidental.

  7.

 

 

A revista BÍBLICA não beneficia de quaisquer apoios económicos do Estado, incluindo o Porte Pago. Sendo suportada apenas pelos seus Assinantes e Amigos, quer manter com eles uma relação de fidelidade e justiça, procurando servir-lhes um produto credível a todos os níveis.

   

Fátima, 25 de Fevereiro de 2005

 

 

 

 

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ASSINATURA

 

Portugal: 10,00 €

Europa, Macau, Guiné Bissau, S. Tomé e Príncipe: 14,50 €

Países fora da Europa: 17,50 €

 

Assinante de Benfeitor

 

Qualquer quantia superior à indicada

para a respectiva assinatura

 

Pagamento

 

Adiantado, no início de cada ano, em nome do Administrador:

HERCULANO ALVES

 

Pagamento por transferência bancária

 

Banco SANTANDER-TOTTA (Fátima / Portugal)

Conta Nº 0343.00200027831

NIB: 0018 0343 00200027831 15

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[envie-nos o comprovativo]

 

Administração e Redacção

 

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Tel. 249 530 210 / Fax 249 530 214

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Tel. 21 7742445 / Fax 21 7782371

 

Endereço electrónico

 

 

 difusora@difusorabiblica.com

 

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Estudos bíblicos de Fr. Herculano Alves

 

Fr. Manuel Rito

Director da revista 

«BÍBLICA»

Fr. Manuel Rito, Director da revista BÍBLICA

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Terra Santa:

guerra santa?

 

O inglês John Milton escreveu no século XVII um poema épico chamado “Paraíso Perdido”. Nos nossos dias, Vangelis compôs a música “Conquista do Paraíso”. Duas formas artísticas para descrever simbolicamente o que diz a Bíblia sobre a história longínqua de um paraíso existente no jardim do Éden e perdido mais tarde pelo pecado.

Também a narração bíblica é poética e simbólica; tem, sobretudo, uma função pedagógica no que respeita a acontecimentos geograficamente possíveis, historicamente improváveis, mas teologicamente atualíssimos.

O Paraíso Perdido e a sua (re)Conquista deixaram de ser simbólicos para se converterem em dura realidade num guerra permanente por uma Terra que não pode ser objeto de conquista nem de perda porque é uma Terra Santa e, por isso, de todos.

TERRA SANTA dos cristãos, dos muçulmanos e dos judeus. Santuário comum das três grandes famílias religiosas, onde Deus se fez presente em diferentes sinais, linguagens e culturas, mas partindo de uma fé comum.

GUERRA SANTA! Como pode ser santa, se é guerra? Terra Santa! Só as pessoas são santas e por isso edificam santuários. Também só as pessoas fazem a guerra e por isso, por vezes, profanam a Terra.

A verdade é que os chamados Lugares Santos têm sido, ao longo da história, lugares de lutas sangrentas em nome do mesmo Deus. A política substituiu a religião, onde a nação funciona como povo eleito, a expansão como profecia, a guerra como coluna de fogo e o dinheiro como divindade.

Por esta Terra lutaram cristãos, muçulmanos e judeus. Só a tolerância poderá dar sentido ao nome de Lugares Santos. Palestina e Israel; Basílica do Santo Sepulcro, Mesquita de Omar, de Al-Aqsa e Grande Sinagoga. O diálogo é necessário e a convivência é possível.

Por isso, a Terra Santa «é ponto de referência espiritual para grande parte da humanidade», disse o Papa quando ali esteve com peregrino em finais de maio.

«Espero, pois, que esta Terra bendita seja um lugar onde não haja espaço algum para quem, instrumentalizando e exacerbando o valor da sua filiação religiosa, se torne intolerante e violento para com a religião alheia.»

Até porque, «quanto mais voltamos o olhar e o coração para a Jerusalém terrena, tanto mais se inflama em nós o desejo da Jerusalém celeste, verdadeira meta de toda a peregrinação» (Bento XVI, Verbum Domini, 89).

[in: «BÍBLICA», nº 353

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