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XXXIV ENCONTRO NACIONAL

Das crises

à Esperança

Das crises à Esperança foi o tema escolhido para a XXXIV Semana Bíblica Nacional, que se realizou de 28 a 31 de Agosto de 2011. Este foi também o tema das várias semanas bíblicas diocesanas e regionais, assim como de muitos cursos bíblicos e conferências feitas nas paróquias e regiões pastorais de todo o País.

Depois da reflexão vem a festa: Celebrar a Palavra de Deus, como uma história de crises e esperanças do Povo de Deus. Esta festa será, portanto, a síntese de um ano de reflexão bíblica e de uma caminhada de fé, guiados e animados pela Palavra de Deus que, durante o ano, fomos semeando nos grupos bíblicos e nas comunidades paroquiais.

Este ano, esta festa será celebrada em três encontros regionais: para os Grupos Bíblicos do Norte, no Santuário do Sameiro, a 27 de Maio; para os Grupos Bíblicos do Centro e Sul, em Fátima, a 24 de Junho; para os Grupos Bíblicos do Algarve, no Centro Pastoral da Diocese do Algarve, em Ferragudo, a 10 de Junho.

Este Boletim pretende ajudar os grupos a preparar, a celebrar e a viver estes encontros festivos da Palavra de Deus. Nele, podemos encontrar um esquema para a reunião de preparação do Encontro, outra para a caminhada que se deve fazer em clima de peregrinação e, ainda, sugestões para o regresso a casa, para além de algumas informações importantes.

Nestas celebrações, somos a Igreja de Jesus Cristo que lê, vive e anuncia a Palavra de Deus.

frei Manuel Arantes da Silva


Domingo, dia 24 de Junho de 2012

Chegada ao Santuário, tempo livre para as devoções particulares.

08:30 Acolhimento: os responsáveis de cada grupo e dos autocarros, devem dirigir-se à Secretaria que funciona no Centro Paulo VI, a fim de receberem o material e entregarem a quantia de 3 €uros por pessoa para ajuda das despesas.

08:35 Encontro dos responsáveis pelas encenações de cada grupo com o responsável do Secretariado Nacional.

10:00 ACOLHIMENTO SOLENE À PALAVRA

          (Samora Correia e Cacém)

10:30 FESTA À PALAVRA DE DEUS (encenações)

12:30  Intervalo para almoçar

14:30  Continuação da Festa (Encenações)

16:00  Intervalo e preparação da Eucaristia

16:30 EUCARISTIA SOLENE DE ENCERRAMENTO na Igreja da Santíssima Trindade (Secretariado de Braga / Viana)

 

Encenações

Cada Secretariado só pode apresentar uma encenação.

No dia 28 de Abril, haverá uma reunião dos secretariados regionais, em Fátima, para escolher as melhores encenações e organizar o programa. Por isso, nesse dia, já devemos ter a indicação de todos os grupos que têm encenações para representar.

Deve ser enviado, para o Secretariado Nacional, até ao dia 11 de Junho: nome do grupo, endereço e telefone, tema, texto e, se for possível, também o CD com a música.

No dia 24, domingo, às 8:30, um responsável de cada encenação deve comparecer à reunião no Centro Pastoral Paulo VI, para confirmar e receber a indicação da sua hora.

NB.:

O Encontro realiza-se só durante o dia 24, domingo. Por isso, as encenações devem ser mais breves e, se houver muitas, teremos que escolher as melhores.

 

 


 

A PALAVRA DE DEUS

E A ALEGRIA

Bento XVI ("Verbum Domini")

A Palavra de Deus e a alegria

Quanto mais soubermos colocar-nos à disposição da Palavra divina, tanto mais poderemos constatar como o mistério do Pentecostes se está a realizar ainda hoje na Igreja de Deus. O Espírito do Senhor continua a derramar os seus dons sobre a Igreja, para que sejamos guiados para a verdade total, desvendando-nos o sentido das Escrituras e tornando-nos anunciadores credíveis da Palavra de salvação. E assim regressamos à Primeira Carta de São João. Na Palavra de Deus, também nós escutámos, vimos e tocámos o Verbo da vida. Por graça, acolhemos o anúncio de que a vida eterna se manifestou, de modo que agora reconhecemos que estamos em comunhão uns com os outros, com quem nos precedeu no sinal da fé e com todos aqueles que, espalhados pelo mundo, escutam a Palavra, celebram a Eucaristia, vivem o testemunho da caridade. Recebemos a comunicação deste anúncio – recorda-nos o apóstolo João – para que «a nossa alegria seja completa» (cf. 1 Jo 1, 4).

A Assembleia sinodal permitiu-nos experimentar tudo isto que está contido na mensagem joanina: o anúncio da Palavra cria comunhão e gera a alegria. Trata-se de uma alegria profunda que brota do próprio coração da vida trinitária e é-nos comunicada no Filho. Trata-se da alegria como dom inefável que o mundo não pode dar. Podem-se organizar festas, mas não a alegria. Segundo a Escritura, a alegria é fruto do Espírito Santo (cf. Gl 5, 22), que nos permite entrar na Palavra e fazer com que a Palavra divina entre em nós e frutifique para a vida eterna. Anunciando a Palavra de Deus na força do Espírito Santo, queremos comunicar também a fonte da verdadeira alegria, não uma alegria superficial e efémera, mas aquela que brota da certeza de que só o Senhor Jesus tem palavras de vida eterna (cf. Jo 6,68).

«Mater Verbi et Mater laetitiae»

Esta relação íntima entre a Palavra de Deus e a alegria aparece em evidência precisamente na Mãe de Deus. Recordemos as palavras de Santa Isabel: «Feliz daquela que acreditou que teriam cumprimento as coisas que lhe foram ditas da parte do Senhor» (L c 1,45). Maria é feliz porque tem fé, porque acreditou, e, nesta fé, acolheu no seu ventre o Verbo de Deus para O dar ao mundo. A alegria recebida da Palavra pode agora estender-se a todos aqueles que na fé se deixam transformar pela Palavra de Deus.

O Evangelho de Lucas apresenta-nos este mistério de escuta e de alegria, em dois textos. Jesus afirma: «Minha mãe e meus irmãos são aqueles que ouvem a palavra de Deus e a põem em prática» (8,21). E, em resposta à exclamação duma mulher que, do meio da multidão, pretende exaltar o ventre que O trouxe e o seio que O amamentou, Jesus revela o segredo da verdadeira alegria: «Diz antes: Felizes os que escutam a palavra de Deus e a põem em prática» (11,28). Jesus manifesta a verdadeira grandeza de Maria, abrindo assim também a cada um de nós a possibilidade daquela bem-aventurança que nasce da Palavra acolhida e posta em prática. Por isso, recordo a todos os cristãos que o nosso relacionamento pessoal e comunitário com Deus depende do incremento da nossa familiaridade com a Palavra divina.

Por fim, dirijo-me a todos os homens, mesmo a quantos se afastaram da Igreja, que abandonaram a fé ou que nunca ouviram o anúncio de salvação. O Senhor diz a cada um: «Eis que estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele comigo» (Ap 3, 20).

Por isso, cada um dos nossos dias seja plasmado pelo encontro renovado com Cristo, Verbo do Pai feito carne: Ele está no início e no fim de tudo, e n’Ele todas as coisas subsistem (cf. Cl 1, 17. Façamos silêncio para ouvir a Palavra do Senhor e meditá-la, a fim de que a mesma, através da acção eficaz do Espírito Santo, continue a habitar e a viver em nós e a falar-nos ao longo de todos os dias da nossa vida. Desta forma, a Igreja sempre se renova e rejuvenesce graças à Palavra do Senhor, que permanece eternamente (cf. 1 Pd 1, 25; Is 40, 8).

Assim também nós poderemos entrar no esplêndido diálogo nupcial com que se encerra a Sagrada Escritura: «O Espírito e a Esposa dizem: “Vem”! E, aquele que ouve, diga: “Vem”! (…) O que dá testemunho destas coisas diz. “Sim, Eu venho em breve”! Amen. Vem, Senhor Jesus!» (Ap 22, 17.20).

(Verbum Domini, nº 123-124,

parte final do da Exortação Apostólica)

BENTO XVI

Ver mais:

 

 

Desconhecer a BÍBLIA é desconhecer a CRISTO (São Jerónimo)

"Mais PALAVRA DE DEUS

e menos palavras dos homens"

Frei Inácio de Vegas

Fundador do Movimento Bíblico

Semana Bíblica Nacional - participantes

SECRETARIADO NACIONAL DE DINAMIZAÇÃO BÍBLICA

Av. Beato Nuno, 405 (Ap 208)

2495-401 FÁTIMA

Tel. 249 530 210  Fax: 249 530 214

sndb@difusorabiblica.com

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XXXV SEMANA

BÍBLICA NACIONAL

FÁTIMA

Seminário do Verbo Divino

26 a 30 de Agosto de 2012

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SNDB-ACTIVIDADES'12

 

 

Boletim BÍBLIA E VIDA

 

 

BENTO XVI

Verbum Domini

Deus escuta o homem e responde às suas perguntas

No diálogo com Deus, compreendemo-nos a nós mesmos e encontramos resposta para as perguntas mais profundas que habitam no nosso coração.

De facto, a Palavra de Deus não se contrapõe ao homem, nem mortifica os seus anseios verdadeiros; pelo contrário, ilumina-os, purifica-os e realiza-os. Como é importante, para o nosso tempo, descobrir que só Deus responde à sede que está no coração de cada homem! Infelizmente na nossa época, sobretudo no Ocidente, difundiu-se a ideia de que Deus é alheio à vida e aos problemas do homem; pior ainda, de que a sua presença pode até ser uma ameaça à autonomia humana. Na realidade, toda a economia da salvação mostra-nos que Deus fala e intervém na história a favor do homem e da sua salvação integral.

Por conseguinte é decisivo, do ponto de vista pastoral, apresentar a Palavra de Deus na sua capacidade de dialogar com os problemas que o homem deve enfrentar na vida diária. Jesus apresenta-Se-nos precisamente como Aquele que veio para que pudéssemos ter a vida em abundância (cf. Jo 10, 10). Por isso, devemos fazer todo o esforço para mostrar a Palavra de Deus precisamente como abertura aos próprios problemas, como resposta às próprias perguntas, uma dilatação dos próprios valores e, conjuntamente, uma satisfação das próprias aspirações.

A pastoral da Igreja deve ilustrar claramente como Deus ouve a necessidade do homem e o seu apelo.

São Boaventura afirma no Breviloquium:

«O fruto da Sagrada Escritura não é um fruto qualquer, mas a plenitude da felicidade eterna. De facto, a Sagrada Escritura é precisamente o livro no qual estão escritas palavras de vida eterna, porque não só acreditamos mas também possuímos a vida eterna, em que veremos, amaremos e serão realizados todos os nossos desejos».

Dialogar com Deus

através das suas palavras

A Palavra divina introduz cada um de nós no diálogo com o Senhor: o Deus que fala, ensina-nos como podemos falar com Ele. Espontaneamente o pensamento detém-se no Livro dos Salmos, onde Ele nos fornece as palavras com que podemos dirigir-nos a Ele, levar a nossa vida para o colóquio com Ele, transformando assim a própria vida num movimento para Deus.

De facto, nos Salmos, encontramos articulada toda a gama de sentimentos que o homem pode ter na sua própria existência e que são sapientemente colocados diante de Deus; alegria e sofrimento, angústia e esperança, medo e perplexidade encontram lá a sua expressão. E, juntamente com os Salmos, pensamos também em numerosos textos da Sagrada Escritura que apresentam o homem a dirigir-se a Deus sob a forma de oração de intercessão (cf. Ex 33, 12-16), de canto de júbilo pela vitória (cf. Ex 15), ou de lamento no desempenho da própria missão (cf. Jr 20, 7-18).

Deste modo, a palavra que o homem dirige a Deus torna-se também Palavra de Deus, como confirmação do carácter dialógico de toda a revelação cristã, e a existência inteira do homem torna-se um diálogo com Deus que fala e escuta, que chama e dinamiza a nossa vida. Aqui a Palavra de Deus revela que toda a existência do homem está sob o chamamento divino.

[>> Ver texto completo]

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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